<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-5816096</id><updated>2011-04-21T19:38:40.378Z</updated><title type='text'>amonarquiaportuguesa</title><subtitle type='html'>Sobre a monarquia portuguesa e o seu renascimento para o sec. xx - Blog mantido por Alex </subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://amonarquiaportuguesa.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5816096/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://amonarquiaportuguesa.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>alexandre</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13769038925521094811</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>75</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5816096.post-108115711270779757</id><published>2004-04-05T09:23:00.001Z</published><updated>2004-04-05T09:27:54.373Z</updated><title type='text'></title><content type='html'>Queria agadecer os comentários de todos em primeiro lugar. Devido às férias da Páscoa, estarei ausente durante estes dias, pelo que, só voltarei dia 19 a escrever e actualizar o site. Boas férias a todos.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5816096-108115711270779757?l=amonarquiaportuguesa.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5816096/posts/default/108115711270779757'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5816096/posts/default/108115711270779757'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://amonarquiaportuguesa.blogspot.com/2004_04_01_archive.html#108115711270779757' title=''/><author><name>alexandre</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13769038925521094811</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5816096.post-108115703234063447</id><published>2004-04-05T09:23:00.000Z</published><updated>2004-04-05T09:26:34.013Z</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5816096-108115703234063447?l=amonarquiaportuguesa.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5816096/posts/default/108115703234063447'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5816096/posts/default/108115703234063447'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://amonarquiaportuguesa.blogspot.com/2004_04_01_archive.html#108115703234063447' title=''/><author><name>alexandre</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13769038925521094811</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5816096.post-107998494686983421</id><published>2004-03-22T19:49:00.000Z</published><updated>2004-03-22T19:55:12.293Z</updated><title type='text'></title><content type='html'>Após alguns dias de interrupção, volto ao meu blog, desta vez, para vos falar do homem que inventou a máquina a vapor, o qual teve uma enorme importância no desenrolar da revolução industrial.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;James Watt nasceu em 1736 na Escócia. Foi construtor de instrumentos científicos e engenheiro, tendo desenvolvido a moderna máquina a vapor. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img src="http://www.esec-cerco.rcts.pt/dep/3/trab2001/watth1.jpg"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Educou-se em casa, com a mãe e depois frequentou a escola local para aprender grego, latim e matemática. Gostava muito de passar o seu tempo na oficina do pai, e interessou-se pelos instrumentos de navegação, que eram instrumentos dos mais sofisticados daquela época. Em 1755, Watt foi para Londres, para trabalhar como aprendiz de um fabricante de instrumentos. Retorna depois a Glasgow devido a problemas de saúde, onde começa a trabalhar na Universidade. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img src="http://www.terravista.pt/meco/5531/histor1.gif"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A sua habilidade permitiu que ele se tornasse construtor de instrumentos científicos na Universidade de Glasgow. Em 1757 abriu uma loja onde fabricava e vendia instrumentos científicos. Casou-se em 1764 com Margaret Miller. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Durante o processo de reparação de um modelo da máquina a vapor de Thomas Newcomen (1663-1729), Watt percebeu que a sua eficiência poderia ser aumentada em muito se fosse instalado um condensador de vapor separado, evitando as perdas de energia verificadas por meio do resfriamento do cilindro para a condensação do vapor. Em 1769 Watt consegue a patente de sua máquina. Em 1773 falece sua esposa, deixando seis filhos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Watt formou uma proveitosa sociedade comercial com Matthew Boulton (1728-1809), industrial em Birmingham, que compra a patente de Watt em 1774, possibilitando o desenvolvimento de suas ideias, e a melhoria da máquina em muitos outros aspectos, aumentando a sua eficiência significativamente. Em 1776 as duas primeiras máquinas a vapor projectadas por Watt são instaladas numa mina. De 1776 a 1781 Watt viaja muito pelo Reino Unido, ajudando a instalar as suas máquinas. Cria a engrenagem central de sistema planetário, que permite à máquina desenvolver o movimento rotativo. Desenvolve também um sistema de hastes conectadas a um pistão motriz, num cilindro instalado verticalmente. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em 1785 Watt torna-se membro da Royal Society. Completa os aperfeiçoamentos da sua máquina a vapor, a qual veio a receber o seu nome, e que se tornou fundamental para o sucesso da revolução industrial. Muito rapidamente a sua máquina começou a ser utilizada para o bombeamento de água de minas e para o funcionamento de máquinas em moinhos de farinha, fiações e tecelagens e na fabricação de papel. Em 1814 Watt torna-se membro estrangeiro da Academia Francesa de Ciências.  Faleceu em 25 de agosto de 1819. A unidade de potência do Sistema Internacional recebeu seu nome.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5816096-107998494686983421?l=amonarquiaportuguesa.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5816096/posts/default/107998494686983421'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5816096/posts/default/107998494686983421'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://amonarquiaportuguesa.blogspot.com/2004_03_01_archive.html#107998494686983421' title=''/><author><name>alexandre</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13769038925521094811</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5816096.post-107912109760136193</id><published>2004-03-12T19:51:00.000Z</published><updated>2004-03-12T19:53:55.343Z</updated><title type='text'></title><content type='html'>É com grande esforço que venho aqui, mas consegui, apesar dos testes que tenho.&lt;br /&gt;Gostaria primeiro, de agradecer todos os comentários da Thita, Marta, Alfredo, Fernanda, Ernesto Campos, Diogo Dantas, "Publicus", Filipe, "Jpt", "O patriota", Fernando entre muitos outros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Depois de ter falado do Marquês de Pombal, é altura de falar agora de um filósofo iluminista de grande importância para as ideias liberais que no século XIX vieram a "acabar" com as ideias absolutistas. É também devido a este e outras personalidades como Voltaire e Kant, que os ideias de igualdade, justiça e tolerância "conquistaram" o mundo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Montesquieu&lt;/strong&gt; nasceu no Palacete de la Brède, perto de Bordéus, em 18 de Janeiro de 1689 ; &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;http://www.arqnet.pt/imagens3/ph_montesquieu2.jpg&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ficou órfão de mãe aos 11 anos de idade. O seu ensino básico foi entregue ao colégio de Juilly, o qual se situava a nordeste de Paris. Aqui esteve em companhia de dois primos, tendo lhe sido dada uma educação clássica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Regressado a Bordéus, em 1705, realizou os estudos jurídicos necessários à sua entrada no Parlamento de Bordéus, para poder herdar o título e as importantes funções do tio. A admissão como conselheiro deu-se em 1708. Após a conclusão destas formalidades regressou a Paris, onde concluiu os seus estudos jurídicos e  frequentou a  Academia das Ciências e das Letras. Regressou a Bordéus em 1713 devido à morte do Pai. Em 1715, casou com uma calvinista francesa. No ano seguinte o tio morreu tornando-se barão de Montesquieu e presidente no Parlamento de Bordéus.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em 1721 publicou as Cartas Persas, obra que lhe deu sucesso, e onde, aproveitando o gosto da época pelas coisas orientais, analisou de um modo intensivo as instituições, usos e costumes da sociedade francesa e europeia, criticando bastante a religião católica, naquela que foi a primeira grande crítica à igreja no século XVIII. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em 1726 renunciou ao seu cargo no Parlamento de Bordéus e foi viver para Paris, preparando-se para entrar na Academia Francesa. Aceite em 1728, viajou logo a seguir pela Europa, realizando assim a tradicional viagem educativa dos intelectuais europeus do século XVIII. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em 1731, após uma ausência de três anos, regressou a Bordéus. Voltará frequentemente a Paris, onde teve contactos ocasionais com os célebres salons, mas sem se ligar muito com o grupo de intelectuais que os animava.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O seu grande objectivo passou a ser completar aquela que será a sua grande obra - &lt;strong&gt;O Espírito das Leis&lt;/strong&gt;. Preenchendo uma etapa intermédia, escreveu e publicou em 1734 a Causa da Grandeza dos Romanos e da sua decadência, que não é mais do que um capítulo de apresentação do Espírito. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Espírito das Leis foi publicado em 1748, em dois volumes, em Genebra, para evitar a censura, tornando-se um imenso sucesso, que a sua colocação no Index romano não atacou. A sua preocupação foi ultrapassar as posições dos filósofos que apresentavam as suas teorias em abstracto e sem nenhuma consideração pelas determinantes espaciais e temporais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os tempos que se seguiram estiveram longe de serem sossegados, sendo as suas teorias atacadas tanto pelos católicos ortodoxos, jesuítas, mas também pela Universidade de Paris, a célebre Sorbonne. Defendeu-se das críticas publicando em 1755 a Defesa do Espírito das Leis. Entretanto ia perdendo a visão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Morreu em 1755, quase cego, tendo recebido os últimos sacramentos das mãos de um padre católico.&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5816096-107912109760136193?l=amonarquiaportuguesa.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5816096/posts/default/107912109760136193'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5816096/posts/default/107912109760136193'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://amonarquiaportuguesa.blogspot.com/2004_03_01_archive.html#107912109760136193' title=''/><author><name>alexandre</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13769038925521094811</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5816096.post-107877689462094649</id><published>2004-03-08T20:14:00.000Z</published><updated>2004-03-08T20:20:51.686Z</updated><title type='text'></title><content type='html'>Espero que estejam a passar um bom ano e a gostar do meu blog. Venho aqui agradecer a todos, os comentários, porém, é com tristeza que durante as duas próximas semanas, não poderei actualizar o meu blog, já que tenho &lt;strong&gt;10 testes &lt;/strong&gt; em duas semanas, ou seja, &lt;strong&gt; 5 por semana&lt;/strong&gt;. Mas logo consiga, voltarei. Até daí a duas semanas!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5816096-107877689462094649?l=amonarquiaportuguesa.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5816096/posts/default/107877689462094649'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5816096/posts/default/107877689462094649'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://amonarquiaportuguesa.blogspot.com/2004_03_01_archive.html#107877689462094649' title=''/><author><name>alexandre</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13769038925521094811</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5816096.post-107764736357196773</id><published>2004-02-24T18:29:00.000Z</published><updated>2004-02-24T18:32:34.233Z</updated><title type='text'></title><content type='html'>Desde já, espero que estejam a passar um bom Carnaval cheio de neve e frio.&lt;br /&gt;Após uma semana e pouco sem vir ao meu blog, venho dar a conhecer a vida do Marquês de Pombal, ministro do Rei D.José I. Estamos a falar então, duma época: o Iluminismo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sebastião José de Carvalho e Melo, Conde de Oeiras e Marquês de Pombal (1699-1782) foi Primeiro Ministro de D. José I, sendo considerado, ainda hoje, uma das figuras mais controversas e carismáticas da História Portuguesa.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Marcou o séc. XVIII e o absolutismo régio, através de uma política de concentração de poder com o objectivo de restabelecer a economia nacional e resistir à forte dependência desta relativamente à Inglaterra.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img src="http://www.cm-sjpesqueira.espigueiro.pt/imagens/fotos_visita_concelho/marques_pombal.jpg"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma série de maus anos agrícolas e o terramoto de Lisboa de 1755 levaram à sua crescente afirmação pessoal. Na ausência de modelos inovadores, retomou o programa de industrialização de Colbert, posto em prática em Portugal, no séc. XVII, pelo Conde de Ericeira, com o objectivo de garantir a independência nacional em detrimento do desenvolvimento da riqueza, como suporte económico para a guerra e expansão. Como é sabido, o terramoto de 1755 em Lisboa provocou a destruição de grande parte da cidade, a qual ao ser reconstruída teve uma importante ajuda do Marquês de Pombal.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5816096-107764736357196773?l=amonarquiaportuguesa.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5816096/posts/default/107764736357196773'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5816096/posts/default/107764736357196773'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://amonarquiaportuguesa.blogspot.com/2004_02_01_archive.html#107764736357196773' title=''/><author><name>alexandre</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13769038925521094811</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5816096.post-107696044415675359</id><published>2004-02-16T19:40:00.000Z</published><updated>2004-02-16T19:47:43.140Z</updated><title type='text'></title><content type='html'>Agora que acabei de vos falar de todos os nosso reis, achei interessante falar-vos do Barroco, um período da nossa história muito interessante e importante em muitos pontos de vista. Achei ser interessante pelo facto de estar a dá-lo nas minhas aulas de história e por achar ser um apoio a quem quiser pesquisar sobre este tema.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Introduzido, possivelmente, em França, é em Roma que, no volver do século XVII, passa a dar um novo rumo à arte. Borromini (1599-1667) e Bernini (1598-1680), a que se seguiram muitos outros, alteraram completamente as concepções arquitectónicas, que já vinham sendo delineadas desde Miguel Ângelo. Apenas no século XIX o Barroco adquire este nome, pois, até essa época, era entendido como uma forma de classicismo pós-renascentista.O período barroco aparece ligado ao movimento denominado de Contra-Reforma, pela renovação da Escolástica e pelo absolutismo régio. O Concílio de Trento, o Papado e a Companhia de Jesus lançam-se contra a cisão protestante, numa luta religiosa e política, com exaltação doutrinária e a ameaça do inferno, criando um sentimento trágico da vida; as universidades de Coimbra, Évora, Salamanca, Alcalá e outras reanimam o as questões escolásticas; a monarquia absoluta fundamenta o seu poder no direito divino e as cortes ostentam o fausto e o luxo. E enquanto a decadência sociopolítica acontece em Espanha, a França vive com intensidade o esplendor do século de Luís XIV.&lt;br /&gt;A procura do realismo sob pressão de uma religiosidade e espiritualidade, a que não eram estranhas a Igreja e a Inquisição, marca obras de grandes pintores como Caravaggio, Rembrandt, Rubens, Zurbarán ou Velásquez. Também a arquitectura e a escultura aparecem, constantemente, associadas à Igreja e ao seu poder. Em Itália, Borromini deixa-nos obras perturbantes, e marcadas pelo dinamismo da relação interior-exterior; e Bernini é o arquitecto, pintor e escultor de estátuas e fontes, que ao serviço do Vaticano projecta a colunata da Praça de S. Pedro e diversas igrejas; em Espanha, há figuras importantes como Gómez de Mora, Pedro Sánchez, Antonio de Andrade e Alonso Cano; em Portugal, o italiano Nasoni deixa uma obra grandiosa no Norte, enquanto o alemão Frederico Ludovice se torna célebre com o Convento de Mafra; mas são também dignos de referência André Soares ou Figueiredo Seixas; em França, é Lemercier, Mansart e Le Vau que dão expressão a uma arquitectura de beleza fria mas harmoniosa, como Versalhes, sob o poder dos cardeais Richelieu e Mazarino.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img src="http://www.centroatl.pt/cla2001/fotos/mafra/convento-300.jpg"&gt;&lt;br /&gt;Convento/Palácio de Mafra&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O fenómeno do Barroco é, porém, um afastamento da estética renascentista devido à necessidade do ser humano encontrar uma nova expressão de vida, uma outra harmonia na busca da perfeição, da verdade e da luz. Mas este movimento não se deve confundir com o Maneirismo, que surge a partir do Alto Renascimento e que traduz um estilo ou elegância sofisticada, muitas vezes forçada e complexa, com fortes combinações de cor, procurando retirar significados espirituais da luz. Nele há o dramatismo, a intensidade emocional e o enigmático, em que tudo se eleva na direcção do céu. O Barroco, embora exprima o drama humano, afasta-se da complexidade maneirista e evolui para um novo estilo, que procura a grandiosidade harmoniosa.&lt;br /&gt;O novo estilo rompe com a concepção estática e fechada da arte renascentista. A ideia espacial adquire dinamismo, a escultura conjuga-se com a arquitectura, os quadros oferecem gestos expressivos e teatrais, com admiráveis combinações de cores. A unicidade dos modelos de beleza, que caracterizou a época anterior, começa a dar lugar aos gostos, estilos e concepções individuais.&lt;br /&gt;Na sequência do Barroco ou assimilando os seus modelos, surge o estilo rococó, que dá realce à decoração pictórica e à elegância estilística, procurando criar espaços ilusórios. Este termo deriva da palavra francesa «rocaille», que se aplicava a um estilo de decoração interior com conchas e obras ornamentais em pedra lavrada. O estilo rococó apresenta-se como uma variação decorativa do Barroco, sendo mesmo considerado como barroco tardio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img src="http://www.spanisharts.com/history/barroco/meninas.jpg"&gt;&lt;br /&gt;Pintura "Meninas" de Velázquez&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5816096-107696044415675359?l=amonarquiaportuguesa.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5816096/posts/default/107696044415675359'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5816096/posts/default/107696044415675359'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://amonarquiaportuguesa.blogspot.com/2004_02_01_archive.html#107696044415675359' title=''/><author><name>alexandre</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13769038925521094811</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5816096.post-107635684620836761</id><published>2004-02-09T20:00:00.000Z</published><updated>2004-02-09T20:03:33.013Z</updated><title type='text'></title><content type='html'>Olá a todos. Estou de volta e para vos falar d'El Rei D.Manuel II, o nosso último glorioso rei, reconhecido pelos republicanos. Queria dizer ao Alfredo que o nosso rei D.Fernando II (não III como referiu) é reconhecido como tal por ter havido um rei D.Fernando I no século XIV. Por outro lado, apesar de D.Fernando II não ser rei português por ser filho de rei português, era homem e como tal, foi reconhecido como rei D.Fernando II. Espero que continue a visitar o meu blog.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img src="http://www.reallisboa.pt/d_000/014/b_014.jpg"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nasceu no Palácio de Belém a 9 de Março de 1889 e morreu em Twickenham, Inglaterra a 2 de Julho de 1932. &lt;br /&gt;Assenta praça como aspirante da Marinha em 1904, e em 1907 inicia o curso da Escola Naval. Era Duque de Beja até ao momento em que em virtude do lamentável e repugnante assassinato de seu pai e seu irmão, sobe ao Trono. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Soberano era um jovem simpático, que prodigalizava com sinceridade as provas dos seus sentimentos de pacificação e de entendimento. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pelas razões já expostas, D. Manuel II subiu ao Trono, tendo sido aclamado em Maio de 1908. Foi curto o seu reinado, que durou pouco mais de dois anos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em Angola, em 1910 os territórios dos Gambos, do Pocolo e Cuanhama foram completamente ocupados e submetidos por João de Almeida. Em Moçambique, também em 1910 é levada a cabo a submissão de Angoche por Massano de Amorim. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com o assassinato do Rei D. Carlos e de seu filho D. Luís Filipe, a Monarquia ficou agonizante. Os partidos dinásticos continuaram a guerrear-se. Entretanto, o partido republicano ia fazendo a propaganda e engrossando as suas fileiras. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No dia 4 de Outubro de 1910 rebentou em Lisboa uma revolução chefiada por Machado dos Santos, a qual, no dia seguinte, saía triunfante com a proclamaçao da República. A Família Real embarcou na Ericeira e abandonou o país, tendo ido viver para as proximidades de Londres. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com esta nova forma de governo terminou a dinastia de Bragança e foi abolida a Monarquia. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A memória de D. Manuel II merece a todos os bons portugueses a mais profunda consideração. No exílio, deu ele sobejas provas de quanto amava a sua Pátria. Entre muitos actos da sua vida, sempre cheia de nobreza, apontam-se os seguintes: Serviu na Grande Guerra a causa dos Aliados, que era a da sua terra, como oficial da Cruz Vermelha Inglesa, tendo então distribuído pelos nossos soldados que estavam na frente, muitos objectos e avultadas quantias; quando faleceu, em 1932, legou à sua pátria, em testamento, grande parte do seu património, palácios, propriedades, jóias, livros, etc.. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por tudo isso prestou-lhe o Governo do Estado Novo a devida homenagem, promovendo que os restos mortais, que repousam na Igreja de S. Vicente de Fora, em Lisboa fossem trasladados de Inglaterra para Portugal. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5816096-107635684620836761?l=amonarquiaportuguesa.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5816096/posts/default/107635684620836761'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5816096/posts/default/107635684620836761'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://amonarquiaportuguesa.blogspot.com/2004_02_01_archive.html#107635684620836761' title=''/><author><name>alexandre</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13769038925521094811</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5816096.post-107575182917686072</id><published>2004-02-02T19:57:00.000Z</published><updated>2004-02-02T20:00:21.390Z</updated><title type='text'></title><content type='html'>Quero desejar-vos um bom mês de Fevereiro, começando por falar d'EL rei D.Luís e agradecendo os amáveis comentários que me fizeram, destacando o do Alfredo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Filho segundo de D. Maria II (1819-1853) e de D. Fernando III (1816-1885). Assumiu o governo a 14 de Outubro de 1861, tendo casado com D. Maria de Sabóia. Era primorosamente educado, com temperamento de literato e artista. Embora tivesse dominado a paz no reinado, houve um levantamento de tropas, em 1862 e em finais de 1867 o movimento da Janeirinha e em 19 de Maio de 1870, o duque de Saldanha impôs a demissão do governo, e passou a assumir a presidência do novo ministério. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em 1865-1866 a vida mental foi sacudida pela Questão Coimbrã e em 1871 surgiu a iniciativa das Conferências Democráticas do Casino. Realizam-se as viagens ao interior da África, o major Serpa Pinto de Benguela ao Bié, Zambeze e chegou às cataratas de Vitória. Hermenegildo Capelo e Roberto Ivens exploraram o sertão de Benguela e atravessaram a África de Luanda a Tete. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A partir de 1876 o Partido Progressista aspira a articular o Estado segundo a teoria liberal, propondo a reforma da Carta, a descentralização administrativa, a fidedignidade e ampliação do sufrágio eleitoral, a reorganização do poder judicial e da contabilidade pública. Em 1877 demitiu-se o ministério regenerador de Fontes Pereira de Melo e voltou a ser reintegrado. Posteriormente os progressistas atacaram o rei, acusando-o de patrocinar os regeneradores (Emídio Navarro, no Progresso, Joaquim Martins de Carvalho, no Conimbricense). O ministério regenerador caiu, em 1879, e D. Luís chamou os progressistas a formar governo. O republicanismo evoluíra também e em 1878 toma lugar na Câmara o primeiro deputado republicano, Rodrigues de Freitas, eleito pelo Porto. Em 1880 o Partido Republicano era uma realidade e uma força. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img src="http://www.arqnet.pt/imagens/phluis1.jpg"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O reinado de D. Luís assinalou-se materialmente pelo progresso, socialmente pela paz e pelos sentimentos de convivência e politicamente pelo respeito pelas liberdades públicas, intelectualmente por uma geração notável (Eça de Queiroz, Antero de Quental, etc.). &lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5816096-107575182917686072?l=amonarquiaportuguesa.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5816096/posts/default/107575182917686072'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5816096/posts/default/107575182917686072'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://amonarquiaportuguesa.blogspot.com/2004_02_01_archive.html#107575182917686072' title=''/><author><name>alexandre</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13769038925521094811</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5816096.post-107575164868454671</id><published>2004-02-02T19:54:00.000Z</published><updated>2004-02-02T19:55:48.060Z</updated><title type='text'></title><content type='html'>Queria desejar-vos um bom mês de Fevereiro, falando-vos d'El D.Luís.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Filho segundo de D. Maria II (1819-1853) e de D. Fernando III (1816-1885). Assumiu o governo a 14 de Outubro de 1861, tendo casado com D. Maria de Sabóia. Era primorosamente educado, com temperamento de literato e artista. Embora tivesse dominado a paz no reinado, houve um levantamento de tropas, em 1862 e em finais de 1867 o movimento da Janeirinha e em 19 de Maio de 1870, o duque de Saldanha impôs a demissão do governo, e passou a assumir a presidência do novo ministério. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em 1865-1866 a vida mental foi sacudida pela Questão Coimbrã e em 1871 surgiu a iniciativa das Conferências Democráticas do Casino. Realizam-se as viagens ao interior da África, o major Serpa Pinto de Benguela ao Bié, Zambeze e chegou às cataratas de Vitória. Hermenegildo Capelo e Roberto Ivens exploraram o sertão de Benguela e atravessaram a África de Luanda a Tete. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A partir de 1876 o Partido Progressista aspira a articular o Estado segundo a teoria liberal, propondo a reforma da Carta, a descentralização administrativa, a fidedignidade e ampliação do sufrágio eleitoral, a reorganização do poder judicial e da contabilidade pública. Em 1877 demitiu-se o ministério regenerador de Fontes Pereira de Melo e voltou a ser reintegrado. Posteriormente os progressistas atacaram o rei, acusando-o de patrocinar os regeneradores (Emídio Navarro, no Progresso, Joaquim Martins de Carvalho, no Conimbricense). O ministério regenerador caiu, em 1879, e D. Luís chamou os progressistas a formar governo. O republicanismo evoluíra também e em 1878 toma lugar na Câmara o primeiro deputado republicano, Rodrigues de Freitas, eleito pelo Porto. Em 1880 o Partido Republicano era uma realidade e uma força. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O reinado de D. Luís assinalou-se materialmente pelo progresso, socialmente pela paz e pelos sentimentos de convivência e politicamente pelo respeito pelas liberdades públicas, intelectualmente por uma geração notável (Eça de Queiroz, Antero de Quental, etc.). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5816096-107575164868454671?l=amonarquiaportuguesa.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5816096/posts/default/107575164868454671'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5816096/posts/default/107575164868454671'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://amonarquiaportuguesa.blogspot.com/2004_02_01_archive.html#107575164868454671' title=''/><author><name>alexandre</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13769038925521094811</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5816096.post-107531431739691538</id><published>2004-01-28T18:25:00.000Z</published><updated>2004-01-28T18:28:07.216Z</updated><title type='text'></title><content type='html'>Queria agradecer a todos os comentários amigáveis que fizeram. Bem, agora vou falar de D.Pedro V, um rei excelente mas que infelizmente morreu demasiado cedo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img src="http://www.reallisboa.pt/d_000/011/b_011.jpg"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nasceu em Lisboa a 16 de Setembro de 1837, filho primogénito de D. Maria II e de D. Fernando de Saxe-Coburgo-Gota. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Reconhecido príncipe real e sucessor da coroa de Portugal pelas Cortes Gerais Extraordinárias e Constituintes, em sessão de 26 de Janeiro de 1838; sucede a sua mãe em Novembro de 1853; até à sua maioridade governa seu pai como regente. E aclamado rei aos 18 anos e presta juramento perante as cortes Gerais. Os dois anos antes de começar a governar passou-os em viagens pelo estrangeiro, completando assim a educação primorosa cuidada que sua mãe na história conhecida pela «A Educadora» lhe fez ministrar. Ela própria dirigiu o ensino dos primeiros anos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Desde novo manifestou uma inteligência e vontade de saber fora do vulgar, a que uma poderosa memória contribuiu para um brilho excepcional de personalidade. Das suas viagens deixou-nos um relato em dois volumes - Diário - publicados pela Academia das Ciências e integrados na obra Escritos de El-Rei D. Pedro V. O Diário tem um grande interesse para o estudo da figura humana do rei e para o conhecimento da Europa sua contemporânea. Dedicou a sua vida ao progresso e ao bem-estar do país, apesar de atormentado pelos contínuos flagelos de ordem pública e particular – as epidemias, as grandes inundações, a morte da esposa, a sombra militante de Saldanha. Mesmo assim consegue dar novo ritmo à vida portuguesa mercê do seu espírito liberal e progressista que tem de lutar com o tradicional reaccioarismo nacional. Dedica grande parte do tempo aos problemas da educação, que considera fundamental para que se note a mínima parcela de progresso; os assuntos relacionados com a indústria, a agricultura, os melhoramentos públicos, a política internacional, etc., preocupam-no a todo o instante. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pode considerar-se o jovem rei como o primeiro homem moderno que em Portugal testemunhou em escritos do seu punho o significado da sua época, o conhecimento do seu país e dos seus homens. Morto prematuramente, apenas com 24 anos, a sua morte enlutou verdadeiramente o reino. Bulhão Pato diz: «Foi a primeira vez que vi A. Herculano chorar como uma criança». (Memórias, vol. II.)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5816096-107531431739691538?l=amonarquiaportuguesa.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5816096/posts/default/107531431739691538'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5816096/posts/default/107531431739691538'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://amonarquiaportuguesa.blogspot.com/2004_01_01_archive.html#107531431739691538' title=''/><author><name>alexandre</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13769038925521094811</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5816096.post-107496561420517579</id><published>2004-01-24T17:33:00.000Z</published><updated>2004-01-24T17:35:40.610Z</updated><title type='text'></title><content type='html'>Falo-vos agora da nossa segunda Rainha: A Rainha D.Maria II de Portugal, filha de D.Pedro IV, irmã de D.Pedro II do Brasil.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Contava apenas 7 anos, quando seu pai, D. Pedro IV, abdicou do trono de Portugal em seu favor, em Abril de 1826. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Devia casar, logo que tivesse idade, com o tio, D. Miguel, nomeado regente e lugar-tenente do reino, o que foi aceite pelo Infante, em Julho de 1826, assumindo a regência, ao chegar a Lisboa, em Janeiro de 1828, após ter jurado fidelidade à rainha e à Carta Constitucional. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img src="http://www.arqnet.pt/imagens/phmaria2.jpg"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;D. Maria foi enviada para a Europa em Julho de 1828, para defender os seus direitos ao trono, tendo ficado a residir em Londres, e a partir de  1831 em França.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Só em 24 de Setembro de 1834, com o fim da Guerra Civil, tendo quinze anos de idade, assumiu o governo do País.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Casou em 1835 com Augusto de Leuchtenberg, filho de Eugénio de Beauharnais, e neto da Imperatriz Josefina, primeira mulher de Napoleão Bonaparte, irmão mais velho da segunda mulher de D. Pedro IV, mas que morreu logo em Março desse ano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Neste ano pôs-se à venda todos os bens de raiz nacionais, pertencentes à Igreja Patriarcal, às Casas das Rainhas e do Infantado, das corporações religiosas já extintas e das capelas reais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;D. Maria casou segunda vez com Fernando de Saxe-Coburgo-Gotha, irmão do rei dos Belgas, Leopoldo I, e primo do marido da rainha Vitória da Inglaterra, o príncipe Alberto. O casamento realizou-se em 9 de Abril de 1836.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Durante o seu curto reinado, passado num dos mais conturbados períodos da nossa história, o das lutas entre liberais e absolutistas, vários acontecimentos históricos se passaram: a Guerra Civil,  a revolução de Setembro, a Belenzada, Revolta dos Marechais, a Maria da Fonte, a Patuleia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sucedeu-lhe o seu filho mais velho, D. Pedro V.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5816096-107496561420517579?l=amonarquiaportuguesa.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5816096/posts/default/107496561420517579'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5816096/posts/default/107496561420517579'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://amonarquiaportuguesa.blogspot.com/2004_01_01_archive.html#107496561420517579' title=''/><author><name>alexandre</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13769038925521094811</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5816096.post-107453907132103381</id><published>2004-01-19T19:04:00.000Z</published><updated>2004-01-19T19:06:47.436Z</updated><title type='text'></title><content type='html'>Falo agora de um Imperador Brasileiro, D.Pedro II, filho d'El Pedro IV de Portugal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;img src="http://www.nomismatike.hpg.ig.com.br/Brasil/DomPed1.gif"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Imperador do Brasil durante quase cinquenta anos, D. Pedro II passou à história como um intelectual, apreciador da ciência, das artes e da liberdade de informação e como homem tolerante, aberto ao diálogo e às transformações da vida social. D. Pedro de Alcântara João Carlos Leopoldo Salvador Bibiano Francisco Xavier de Paula Leocádio Miguel Gabriel Rafael Gonzaga nasceu no palácio de São Cristóvão (Quinta da Boa Vista), no Rio de Janeiro RJ, em 2 de Dezembro de 1825. Sétimo filho e terceiro varão de D. Pedro I e D. Maria Leopoldina, era herdeiro do trono desde o berço, pois seus dois irmãos mais velhos já haviam morrido antes de completar um ano. Em 7 de Abril de 1831, com a abdicação do pai, foi aclamado segundo imperador do Brasil, aos seis anos de idade. José Bonifácio de Andrada e Silva, tutor do menino, apresentou-o ao povo de uma janela do paço da Cidade. Em 1833 a assembleia geral do império destituiu o patriarca e nomeou em seu lugar Manuel Inácio de Andrade Souto Maior, marquês de Itanhaém. Pedro começou a estudar sob a orientação da camareira-mor D. Mariana Carlota de Verna Magalhães Coutinho, mais tarde condessa de Belmonte. Com diversos mestres ilustres de seu tempo, o jovem imperador instruiu-se em português e literatura, francês, inglês, alemão, geografia, ciências naturais, música, dança, pintura, esgrima e equitação. A um de seus preceptores, o de português e literatura, Cândido José de Araújo Viana, futuro marquês de Sapucaí, atribui-se influência não pequena nas atitudes resolutas do jovem de apenas 15 anos. Quando da revolução da Maioridade, por exemplo, ao receber a delegação parlamentar que lhe fora indagar se desejava esperar mais três anos ou assumir desde logo o poder, respondeu: "Quero já!" Reinado. Proclamado maior em 23 de Julho de 1840 e coroado em 18 de Julho do ano seguinte, D. Pedro II iniciou um reinado que só terminou com a república, 48 anos depois. A princípio, seu governo representou o triunfo do Partido Liberal sobre o Conservador, mas um ano depois este voltou à carga, com medidas reaccionárias que deixaram clara sua disposição de retomar a cúpula do poder - como a criação do Conselho de Estado e a reforma do código de processo criminal - e que suscitaram a revolução liberal de 1842, circunscrita a Minas Gerais e São Paulo. Em Maio do mesmo ano, o imperador casou-se com a princesa Teresa Cristina Maria, filha de Francisco I, rei das Duas Sicílias, e de Maria Isabel de Bourbon, após outras negociações malsucedidas junto às cortes da Áustria, Espanha e Rússia. Somente em 23 de Julho a notícia chegou ao Rio de Janeiro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em 1845, no final da guerra dos Farrapos, os liberais dominaram a situação, mas os conservadores logo reconquistaram a liderança e, em consequência de sua actuação, deflagrou-se a insurreição de 1848, em Pernambuco. Com 23 anos e já pai de Afonso (morto antes de dois anos de idade), Isabel (que seria cognominada "a Redentora"), Leopoldina e Pedro (que morreu também criança, em 1850), D. Pedro II não era mais um mero observador dos acontecimentos: começara um amplo trabalho de conciliação política apartidária, nas nomeações dos integrantes do Conselho de Estado e dos presidentes de província. Encarnou esse espírito conciliador Honório Hermeto Carneiro Leão, mais tarde marquês de Paraná, que dobrou a resistência do Partido Conservador. Tal comportamento político propiciou, na década de 1860, a criação da Liga Progressista, que cindiu a ala conservadora e permitiu a Zacarias de Góis e Vasconcelos, à frente do Conselho de Ministros, realizar importantes reformas no final do período. Em 1870, no entanto, quando acabou a guerra do Paraguai, o país novamente encontrou os conservadores nos postos mais significativos e o imperador, aos 45 anos, cansado e envelhecido, com a barba branca que lhe dava a aparência de um sexagenário. A guerra tornara ainda mais agudas as divergências políticas. Os liberais queriam a reforma da constituição e, em 1870, surgiu o Partido Republicano. O futuro marquês de São Vicente, José António Pimenta Bueno, que presidia o Conselho de Ministros, considerou inconveniente o exercício de cargos públicos por republicanos, ao que D. Pedro II respondeu: "O país que se governe como entender e dê razão a quem tiver." E, ante a insistência do primeiro-ministro, arrematou: "Ora, se os brasileiros não me quiserem como imperador, irei ser professor." Essa tolerância, no entanto, não implicava a falta ou recusa da autoridade. O imperador influía pessoalmente nas indicações para o Conselho de Estado e para o Senado, e contrariava com frequência as intenções partidárias. Na questão religiosa de 1872, fez prender e processar os bispos D. Vital e D. Macedo Costa, que desafiaram o poder real. Após julgados e condenados pelo Supremo Tribunal em 1875, concedeu-lhes a amnistia. É indiscutível, porém, que o imperador exerceu sua autoridade com discernimento, assegurou ao legislativo o pleno desempenho de suas funções e à imprensa a inteira liberdade de expressão. Chegou mesmo a declarar, em seu diário, que nascera para consagrar-se "às letras e às ciências e, a ocupar posição política, preferiria a de presidente da república, ou ministro, à de imperador".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O império não foi um período de grande desenvolvimento económico. Enquanto a escravatura declinava, sobretudo a partir de 1850, com a extinção do tráfico negreiro, o país manteve-se economicamente dependente, preso ao latifúndio e à monocultura. A abolição, em 1888, ao favorecer o encerramento de mais um ciclo da economia, determinou também o fim do regime político. A oscilação entre conservadores e liberais continuava a ocorrer sem alterações expressivas, já que a palavra final cabia sempre ao imperador. Últimos anos. A partir de 1887, quando sua diabetes se agravou e ele teve outros problemas de saúde, D. Pedro II afastou-se aos poucos do poder. Viajante experiente, já percorrera quase todo o Brasil e, a suas próprias expensas, fora duas vezes à Europa. Visitara também a América do Norte, a Rússia, a Grécia e o Oriente Médio. Em Junho de 1887, partiu para a França, Alemanha e Itália. Em Milão, foi acometido de uma pleurisia e levado para Aix-les-Bains, onde permaneceu em tratamento até meados de 1888, antes de poder voltar ao Brasil. Na sua ausência, a princesa Isabel assinou a Lei Áurea. Nessa época, o imperador dedicou-se ainda mais às letras e à cultura. Habituado a corresponder-se com artistas e cientistas famosos como Wagner, Pasteur e Agassiz, lia e escrevia diariamente. No dia 15 de Novembro de 1889 tornou-se virtualmente prisioneiro do paço da Cidade, para onde viera, descendo de Petrópolis, na esperança de sufocar o movimento republicano. O governo provisório deu-lhe 24 horas para deixar o país. Embarcou no dia 17, com a família, chegou a Lisboa em 7 de Dezembro e seguiu para o Porto, onde a imperatriz morreu no dia 28. O imperador deposto viveu então entre Cannes, Versalhes e Paris, onde frequentava concertos, conferências e o Instituto de França, ao qual se associara. D. Pedro morreu em Paris, em 5 de Dezembro de 1891, no hotel Bedford. Seus restos, trasladados para Lisboa, foram colocados no convento de São Vicente de Fora, junto aos da esposa. Revogada a lei do banimento, em 1920, foram os despojos dos imperadores trazidos para o Brasil. Depositados de início na catedral do Rio de Janeiro, em 1921, foram em 1925 transferidos para a de Petrópolis. Em 1939 foram definitivamente enterrados, em cerimónia presidida pelo presidente Getúlio Vargas. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5816096-107453907132103381?l=amonarquiaportuguesa.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5816096/posts/default/107453907132103381'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5816096/posts/default/107453907132103381'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://amonarquiaportuguesa.blogspot.com/2004_01_01_archive.html#107453907132103381' title=''/><author><name>alexandre</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13769038925521094811</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5816096.post-107427419189673560</id><published>2004-01-16T17:29:00.000Z</published><updated>2004-01-16T17:31:13.310Z</updated><title type='text'></title><content type='html'>Queria aqui agradecer os comentários de todos. Respondo também ao Miguel Sousa Branco: D.Miguel é bisavô de D.Duarte.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5816096-107427419189673560?l=amonarquiaportuguesa.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5816096/posts/default/107427419189673560'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5816096/posts/default/107427419189673560'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://amonarquiaportuguesa.blogspot.com/2004_01_01_archive.html#107427419189673560' title=''/><author><name>alexandre</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13769038925521094811</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5816096.post-107402202499834135</id><published>2004-01-13T19:27:00.000Z</published><updated>2004-01-13T19:30:12.466Z</updated><title type='text'></title><content type='html'>Falo-vos agora d'el-Rei D.Miguel I&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Terceiro filho de D. João VI e de D. Carlota Joaquina. Regressou à Metrópole com a corte vindos do Brasil no momento em que se ensaiava no País a primeira experiência liberal à qual a rainha e os seus apoiantes reagiram vivamente por manejos anti-revolucionários. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img src="http://www.arqnet.pt/imagens/phmiguel.jpg"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;D. Miguel tomou o partido da mãe e hostilizou o pai assumindo atitudes políticas cada vez mais definidas, tendo encabeçado o Partido tradicionalista. Foi o executor dos movimentos da Vila-Francada e da Abrilada. O primeiro constituiu um espectacular triunfo político que o elevou a comandante-chefe do exército português. Após o segundo o rei demite o filho do alto posto ocupado e ordena o seu exílio. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vive quatro anos em Viena de Áustria. D. Pedro IV, após a morte de D. João VI, herdeiro do trono e já imperador do Brasil, outorga a Carta Constitucional e abdica em sua filha D. Maria da Glória que casaria, uma vez chegada à maior idade, com D. Miguel seu tio. O país era governado por uma regência da presidência da infanta D. Isabel Maria. D. Miguel aceitou tudo quanto lhe foi proposto: jurou a Carta, celebrou esponsais com a sobrinha, protestou respeito e obediência a D. Pedro e à regente – e esperou. Malogrado o projecto de deslocar D. Miguel para o Brasil D. Pedro IV nomeia-o seu lugar-tenente em Portugal. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Chegado a Lisboa jura de novo a Carta, assume a regência e nomeia novo ministério. Dias depois dissolve as Câmaras. Da reunião das Cortes, para isso especialmente convocadas, resulta a aclamação de D. Miguel como rei absoluto. Após a assinatura da Convenção de Évora-Monte, que pós termo à guerra civil derimida a favor de D. Pedro e dos liberais, D. Miguel terminou o breve e contestado reinado regressando ao exílio donde não mais voltou. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5816096-107402202499834135?l=amonarquiaportuguesa.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5816096/posts/default/107402202499834135'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5816096/posts/default/107402202499834135'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://amonarquiaportuguesa.blogspot.com/2004_01_01_archive.html#107402202499834135' title=''/><author><name>alexandre</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13769038925521094811</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5816096.post-107384157926097937</id><published>2004-01-11T17:19:00.000Z</published><updated>2004-01-11T17:21:34.860Z</updated><title type='text'></title><content type='html'>Conto-vos agora, a história d'El rei D.Pedro IV.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo filho varão de D. João VI e de D. Carlota Joaquina, a morte de seu irmão primogénito, D. António, encaminhou-o para a herança da coroa de Portugal. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img src="http://www.arqnet.pt/imagens/phpedro4.jpg"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A sua infância decorreria em ambiente carregado, entre o instável ambiente familiar e os acontecimentos sociais e políticos, desde os ecos da Revolução Francesa, às ameaças napoleónicas, culminando pela fuga da corte para o Brasil perante as invasões francesas (1807). Contava então 9 anos de idade e a sua educação decorreu à rédea solta, sem estudos sistemáticos. Sofria de epilepsia, elemento de grande importância a considerar na compreensão da sua personalidade. Educado sem «luzes excessivas», os anos depressa lhe atribuem funções cada vez mais elevadas. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No Brasil casou com a arquiduquesa Leopoldina de Áustria, de quem teve dois filhos: D. Maria da Glória (1819) e D. Pedro (1825). A partir da revolução liberal portuguesa de 1820, os acontecimentos, quer no Brasil quer em Portugal, atropelam-se em ritmo acelerante para o feitio de D. João VI; por intimativas de Lisboa, nomeia regente do Brasil seu filho D. Pedro (devido à agitação popular no Rio, Pará e na Baía, de inspiração liberal) e volta a Portugal. Aqui, as Cortes Gerais, preocupadas com os acontecimentos brasileiros e a ascendência a reino da antiga colónia, pensam mandar o infante D. Pedro em viagem pela Europa. Mas antes que o regente do Brasil tomasse conhecimento, escreve ele a seu pai acerca das ideias de independência que alastravam no Brasil, e das quais D. Pedro viria a ser uma pedra fundamental: com efeito, a independência cobrir-se-ia com D. Pedro que, a dada altura, se teria convencido que em vez de movido, era o motor dos acontecimentos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em 7 de Setembro de 1822, o regente proclamava formalmente a independência brasileira, junto ao lpiranga (estado de São Paulo), sendo, mais tarde, proclamado imperador do Brasil. Quando em 1826, D. João VI morre imprevistamente, e se abre o problema da sucessão, o imperador brasileiro passa a ser uma das personagens fundamentais do drama nacional, que principiou a desenrolar-se e que termina em 1834 com a vitória dos liberais. D. Pedro foi proclamado rei de Portugal, conforme as determinações paternais. No decurso do seu breve e longínquo reinado, confirma D. Isabel Maria na regência, e outorga aos seus súbditos uma Carta Constitucional e abdica, condicionalmente, em sua filha D. Maria da Glória, com a condição do casamento desta com seu tio D. Miguel, ausente em Viena de Áustria, e que devia jurar a Carta. Após a doação da Carta os acontecimentos precipitaram-se: em Portugal, D. Miguel começa a governar como rei absoluto (1827), os liberais expatriados, presos ou a espernearem nas forcas; no Brasil, o choque, cada vez mais patente entre os sopros dos ventos liberais, e o autoritarismo do imperador, arrasta-o à gradual perda de prestígio e à dramática abdicação em seu filho D. Pedro II (7-4-1831). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tendo abdicado duas coroas, o ex-imperador do Brasil e ex-rei de Portugal, reduzido ao título de duque de Bragança, abandona o Brasil e dirige-se para a Europa com a filha D. Maria II, rainha de nome, por cujo trono se batiam os liberais portugueses espalhados pela Europa, ou reunidos na ilha Terceira. O duque de Bragança decide empenhar-se pessoalmente na solução do pleito e a 3 de Março de 1832 assume a regência e nomeia um ministério do qual faz parte Mouzinho da Silveira. Data de então a fase decisiva da luta entre liberais e absolutistas, caracterizada, fundamentalmente, pela revolucionária legislação de Mouzinho e pelo entusiasmo e abnegação de D. Pedro, na preparação da expedição militar que, dos Açores, chegará às costas portuguesas (no Norte, próximo de Mindelo), para sentar no trono a jovem soberana e impor a Carta. E nos longos meses do cerco do Porto que o regente, não obstante os defeitos de carácter e de educação, dá a plena medida da pertinácia e dedicação pela causa que encabeçava. A convenção de Évora Monte põe fim a esta cruel guerra civil, e exila o rei absoluto. Pouco mais viveria D. Pedro: só o tempo suficiente para ver as Cortes reunidas de acordo com a carta, tendo falecido 4 dias após o começo do reinado de D. Maria II; apenas com 36 anos. Apaixonado, incoerente e corajoso, o nome e a actuação de D. Pedro são indissociáveis da experiência liberal portuguesa, que assinala o início do Portugal contemporâneo: mal ou bem, melhor ou pior, o possível Portugal contemporâneo e europeu principiou aí.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5816096-107384157926097937?l=amonarquiaportuguesa.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5816096/posts/default/107384157926097937'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5816096/posts/default/107384157926097937'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://amonarquiaportuguesa.blogspot.com/2004_01_01_archive.html#107384157926097937' title=''/><author><name>alexandre</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13769038925521094811</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5816096.post-107348844410929583</id><published>2004-01-07T15:14:00.000Z</published><updated>2004-01-07T15:20:34.326Z</updated><title type='text'></title><content type='html'>Queria agradecer os comentários de todos (avô da Thita, Alfredo...) e espero continuar a fazer um bom trabalho. Quanto ao senhor Quintanilha, espero que ele saiba que na república também teve e tem "anormais" como ele diz.&lt;br /&gt;Bem, falo-vos agora d'El rei D.João VI pai de D.Pedro IV e D.Miguel.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Filho de D. Maria I e de D. Pedro III, casou em 1785 com D. Carlota Joaquina, Infanta de Espanha, filha de Carlos IV e de Maria Luísa de Parma.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A partir de 1792, assegurou a direcção dos negócios públicos, devido à doença mental da mãe, primeiro em nome da rainha, a partir de 1799, em nome próprio com o título de Príncipe Regente, sendo aclamado rei em 1816. O seu reinado decorre numa época de profundas mutações à escala mundial e à escala nacional: Revolução Francesa e a consequente guerra europeia, Bloqueio Continental, campanha do Rossilhão, guerra com a Espanha e a perda de Olivença, invasões francesas, fuga da corte para o Brasil onde permaneceu durante 14 anos, revolução liberal e a independência do Brasil. Foi a derrocada de um mundo e o nascimento de outro, mudança que D. João VI não quis ou não soube compreender. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fugindo para o Brasil perante a invasão de Junot, o monarca terá querido manter a colónia brasileira em poder de Portugal. Isto significou, no entanto, a dependência em relação à Inglaterra, com a imposição da abertura dos Portos brasileiros ao comércio internacional e com o tratado anglo-luso de 1810, desastroso para a economia metropolitana. Além disso, a presença da corte no Brasil impulsionou a independência deste país, o que se veio a verificar em 1822.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em 1821 o rei é forçado a regressar a Portugal, devido ao triunfo da revolução de 1820 e, em 1822, jura a constituição, que vigoraria apenas durante alguns meses. Seguem-se a Vila-Francada em 1823 e a Abrilada em 1824, movimentos absolutistas encabeçados por D. Miguel.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vencido e expatriado D. Miguel, D. João VI consagra os últimos anos do seu reinado a tentar resolver o problema brasileiroe, por altura da sua morte, em 1826, sonhava ainda com a reunião dos dois países na pessoa de um só soberano, sem se aperceber que o Brasil teria de seguir o seu destino americano e Portugal o seu destino europeu.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;img src="http://www.arqnet.pt/imagens/phjoao6.jpg"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5816096-107348844410929583?l=amonarquiaportuguesa.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5816096/posts/default/107348844410929583'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5816096/posts/default/107348844410929583'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://amonarquiaportuguesa.blogspot.com/2004_01_01_archive.html#107348844410929583' title=''/><author><name>alexandre</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13769038925521094811</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5816096.post-107313277297088416</id><published>2004-01-03T12:26:00.000Z</published><updated>2004-01-03T12:29:02.483Z</updated><title type='text'></title><content type='html'>Espero, desde já, que passem um bom ano de 2004. Continuando o blog, falo-vos agora da nossa primeira rainha, D.Maria I, filha d'el Rei D.José.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Filha primogénita de D. José I. Foi aclamada rainha em Maio de 1777. Por sofrer de doença mental foi afastada dos negócios públicos em princípios de 1792, tendo o príncipe D. João tomado conta do governo em nome de sua mãe até 1799, ano em que passou a governar em seu próprio nome, com o título de Regente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nascida em 1734, recebeu logo o título de "Princesa da Beira", passando com a ascensão ao trono do pai, em 1750, a ser chamada "Princesa do Brasil". Casou em 1760 com o seu tio D. Pedro de quem enviuvou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A animosidade que sempre existiu entre os príncipes do Brasil e o marquês de Pombal e o desejo deste de ver D. Maria renunciar ao trono em favor de seu filho D. José, não permitiram à futura rainha que se familiarizasse com os assuntos políticos. No entanto sente-se que três preocupações absorveram o seu espírito desde os primeiros tempos do seu reinado: reparar as "ofensas" a Deus,  moralizar a vida pública e governar em certos campos de uma forma mais progressiva.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Perdoou aos criminosos do Estado que lhe pareceram dignos desse acto. Aceitou o pedido de escusa do marquês de Pombal de todos os seus cargos mas manteve-lhe os seus honorários de secretário de Estado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img src="http://www.arqnet.pt/imagens/phmaria1.jpg"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando D. Maria subiu ao trono era delicada a nossa posição em política internacional: guerra com a Espanha no Brasil; situação difícil perante o conflito entre a Inglaterra e as colónias americanas.  Em relação ao primeiro problema, procurou desde logo a rainha um entendimento com a Espanha, o que deu origem aos Tratados de Santo Ildefonso, de Outubro de 1777, tratado preliminar de delimitação das zonas portuguesa e espanhola na América do Sul, e do Prado assinado em Março de 1778.  A solução do segundo tornou-se mais difícil quando a França e a Espanha apoiaram as colónias revoltadas. Na impossibilidade de tomar partido aberto por qualquer dos beligerantes procurou obter a neutralidade, o que aconteceu em Julho de 1782, com a assinatura da convenção marítima com a Rússia, e a aceitação da Neutralidade Armada, não sem dificuldades que o governo português conseguiu vencer com certa diplomacia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A actividade legislativa é notável, sobretudo no que diz respeito à gestão económica. Puseram-se restrições ao monopólio da Companhia do Vinho do Porto. Foi suprimida a Companhia do Grão-Pará e Maranhão; criada a Junta da Administração de todas as fábricas deste Reino e Águas Livres. Impulsionou novas manufacturas.  Assinou um tratado de amizade, navegação e comércio com a Rússia. A exportação do vinho do Porto desenvolveu-se largamente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Também no seu tempo se deu um impulso à cultura tendo-se procedido à criação de numerosas instituições, como: a Real Academia das Ciências de Lisboa, Aula Pública de Debucho e Desenho, no Porto, e a Aula Régia de Desenho de Lisboa. Fundou a Academia Real de Marinha e a Real Biblioteca Pública de Lisboa. Criou Hospitais no Brasil e na metrópole. Criou a lotaria para alargar os serviços da Misericórdia de Lisboa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma das suas medidas mais importantes é a fundação da Real Casa Pia de Lisboa, obra de Pina Manique.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5816096-107313277297088416?l=amonarquiaportuguesa.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5816096/posts/default/107313277297088416'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5816096/posts/default/107313277297088416'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://amonarquiaportuguesa.blogspot.com/2004_01_01_archive.html#107313277297088416' title=''/><author><name>alexandre</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13769038925521094811</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5816096.post-107303792726901693</id><published>2004-01-02T10:05:00.000Z</published><updated>2004-01-02T10:06:35.356Z</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5816096-107303792726901693?l=amonarquiaportuguesa.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5816096/posts/default/107303792726901693'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5816096/posts/default/107303792726901693'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://amonarquiaportuguesa.blogspot.com/2004_01_01_archive.html#107303792726901693' title=''/><author><name>alexandre</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13769038925521094811</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5816096.post-107272302414193442</id><published>2003-12-29T18:37:00.000Z</published><updated>2003-12-29T18:38:08.186Z</updated><title type='text'></title><content type='html'>Queria desejar a todos os visitantes deste blog um bom ano novo cheio de saúde e paz.&lt;br /&gt;Voltarei a actualizar o meu blog em Janeiro por isso digo adeus e até 2004. &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5816096-107272302414193442?l=amonarquiaportuguesa.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5816096/posts/default/107272302414193442'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5816096/posts/default/107272302414193442'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://amonarquiaportuguesa.blogspot.com/2003_12_01_archive.html#107272302414193442' title=''/><author><name>alexandre</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13769038925521094811</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5816096.post-107236427879057521</id><published>2003-12-25T14:57:00.000Z</published><updated>2003-12-25T15:00:24.903Z</updated><title type='text'></title><content type='html'>Falo-vos agora d'el Rei D.José, filho de D.João V.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Filho de D. João V, sucedeu a seu pai em 1750. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img src="http://www.reallisboa.pt/d_000/005/b_005.jpg"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando subiu ao trono, D. José I tinha à sua disposição os mesmos meios de acção governativa que os seus antecessores do século XVII, apesar do progresso económico realizado no país, na primeira metade do século XVIII.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esta inadaptação das estruturas administrativas, jurídicas e políticas do país, juntamente com as condições económicas deficientes herdadas dos últimos anos do reinado de D. João V, vai obrigar o monarca a escolher os seus colaboradores entre aqueles que eram conhecidos pela sua oposição à política seguida na reinado anterior.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Diogo de Mendonça, Corte Real Pedro da Mota e Silva e Sebastião José de Carvalho e Melo passaram a ser as personalidades em evidência, assistindo-se de 1750 a 1755 à consolidação política do poder central e ao reforço da posição do marquês de Pombal, com a consequente perda de importância dos outros ministros.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma segunda fase, de 1756 a 1764, caracteriza-se pela guerra com a Espanha e a França, pelo esmagamento da oposição interna - expulsão dos Jesuítas, reforma da Inquisição e execução de alguns nobres acusados de atentarem contra a vida do rei, entre os quais o duque de Aveiro e o marquês de Távora -, e pela criação de grandes companhias monopolistas, como a do Grão-Pará e Maranhão e a das Vinhas do Alto Douro.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma terceira fase, até 1770, é marcada por uma grande crise económica e, até final do reinado, assiste-se à política de fomento industrial e ultramarino e à queda económica das companhias monopolistas brasileiras.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Todo o reinado é caracterizado pela criação de instituições, especialmente no campo económico e educativo, no sentido de adaptar o País às grandes transformações que se tinham operado. Funda-se a Real Junta do Comércio, o Erário Régio, a Real Mesa Censória; reforma-se o ensino superior, cria-se o ensino secundário (Colégio dos Nobres, Aula do Comércio) e o primário (mestres régios); reorganiza-se o exército. Em matéria de política externa, D. José conservou a política de neutralidade adoptada por seu pai. De notar ainda, o corte de relações com a Santa Sé, que durou 10 anos.&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5816096-107236427879057521?l=amonarquiaportuguesa.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5816096/posts/default/107236427879057521'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5816096/posts/default/107236427879057521'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://amonarquiaportuguesa.blogspot.com/2003_12_01_archive.html#107236427879057521' title=''/><author><name>alexandre</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13769038925521094811</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5816096.post-107236407026097258</id><published>2003-12-25T14:54:00.000Z</published><updated>2003-12-25T15:06:40.623Z</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;img src="http://www.bragacom.pt/imgs_eve/estrela_belem.jpg"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Queria aqui, desejar a todos os visitantes do meu blog um bom Natal, cheio de Alegria e paz. Desejo também que passem umas boas férias e que tenham cuidado com a condução e álcool. Espero que continuem a gostar do meu blog. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img src="http://www.uc.pt/artes/6spp/imagens/pires_senhora-menino1.jpg"&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5816096-107236407026097258?l=amonarquiaportuguesa.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5816096/posts/default/107236407026097258'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5816096/posts/default/107236407026097258'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://amonarquiaportuguesa.blogspot.com/2003_12_01_archive.html#107236407026097258' title=''/><author><name>alexandre</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13769038925521094811</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5816096.post-107208330911590144</id><published>2003-12-22T08:55:00.000Z</published><updated>2003-12-22T09:00:40.013Z</updated><title type='text'></title><content type='html'>Falo-vos agora d'el Rei D.João V.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img src="http://www.reallisboa.pt/d_000/004/b_004.jpg"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nasceu em Lisboa a 22 de Outubro de 1689 e morreu a 31 de Julho de 1750 na mesma cidade. &lt;br /&gt;D. João V foi chamado "O Magnânimo", pelas obras grandiosas que empreendeu, pela ostentação que trouxe à vida da corte e pela enorme generosidade. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Era galanteador, aventureiro e bastante religioso. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tudo à sua volta era sumptuoso, era vivo e inteligente, devendo aos mestres Jesuítas: o Francês, o Espanhol e o Italiano, o gosto matemática e pelas outras ciências. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como os outros Príncipes Brigantinos, D. João V era um amante da música, promovendo grandes serões literários e musicais que na sua época gozaram de grande incremento. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;D. João V, para satisfazer um pedido, que lhe fizera o Papa Clemente XI enviou em socorro da Santa Sé ameaçada pelos Turcos, uma poderosa esquadra comandada pelo Conde de Rio Grande. Esta armada, em cooperação com outros navios de diferentes países, tomou parte importante na batalha de Matapan, em que os inimigos da Fé foram derrotados (1717). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No reinado de D. Pedro II, tinham sido descobertas, no Brasil, magnificas minas de oiro e diamantes. Com a abundância desse rendimento, parte do qual vinha para Portugal, pôde D. João V realizar importantes obras que muito contribuíram para o desenvolvimento das belas artes portuguesas. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Destacam-se as seguintes: &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-  O Convento de Mafra, em que chegaram a trabalhar 50. 000 pessoas. As suas torres possuem 114 sinos. &lt;br /&gt;- A Capela de S. João Baptista, o Palácio das Necessidades. &lt;br /&gt;- A Casa da moeda &lt;br /&gt;- O Paço de Vendas Novas &lt;br /&gt;- A Basílica Patriarcal de Lisboa, etc. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img src="http://www.wtv-books.de/s_alfa2.gif"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img src="http://www.terravista.pt/MeiaPraia/4511/mafra_convento_1.jpg"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com esse dinheiro subsidiou ainda, a construção do Aqueduto das Águas Livres, pago todavia, na maior parte, pela Câmara de Lisboa; tem 18 065 metros de comprimento, 127 arcos de cantaria e levou 66 anos a concluir; destinava-se a conduzir as águas para o consumo da Capital. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao rei Magnânimo se devem também a fundação da Academia Real de História Portuguesa; da Academia de Portugal, em Roma; da Biblioteca da Universidade, em Coimbra, etc.. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Papa Benedito XIV agraciou D. João V com o título de Fidelíssimo, que passaria aos seus sucessores, e honrou a Sé de Lisboa com a dignidade de Patriarcal. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5816096-107208330911590144?l=amonarquiaportuguesa.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5816096/posts/default/107208330911590144'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5816096/posts/default/107208330911590144'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://amonarquiaportuguesa.blogspot.com/2003_12_01_archive.html#107208330911590144' title=''/><author><name>alexandre</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13769038925521094811</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5816096.post-107208306937024759</id><published>2003-12-22T08:51:00.000Z</published><updated>2003-12-22T08:52:05.950Z</updated><title type='text'></title><content type='html'>Aproveito aqui, para agradecer os amáveis comentários do avô da Thita. Desejo também a ele, um bom Natal em família e um bom ano novo.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5816096-107208306937024759?l=amonarquiaportuguesa.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5816096/posts/default/107208306937024759'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5816096/posts/default/107208306937024759'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://amonarquiaportuguesa.blogspot.com/2003_12_01_archive.html#107208306937024759' title=''/><author><name>alexandre</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13769038925521094811</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5816096.post-107176382286897221</id><published>2003-12-18T16:10:00.000Z</published><updated>2003-12-18T16:12:25.403Z</updated><title type='text'></title><content type='html'>Falo-vos agora d'El rei D.Pedro II, irmão d'El rei D.Afonso VI e filho d'El rei D.João IV.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nasceu em Lisboa a 24 de Abril de 1648 e morreu a 1 de Dezembro de 1706 na mesma cidade. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Deposto o Rei, D. Pedro tomou conta da Regência. Terminada a guerra da Restauração, em que os portugueses saíram vitoriosos, quis D. Pedro II envolver-nos noutra guerra com a Espanha – a Guerra da Sucessão. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O rei de Espanha, Carlos II, morreu sem deixar filhos que lhe sucedessem no trono. Mas apareceram logo dois pretendentes: o Arquiduque Carlos da Áustria, auxiliado pela Inglaterra e Holanda, e Filipe de Anjou, neto de Luís XIV, rei de França, protegido por esta nação e pela Espanha. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ambos os pretendentes, que iam guerrear, pediram auxílio a D. Pedro II, que veio a prestá-lo a quem lhe oferecera maiores vantagens. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assim, tomando definitivamente o partido do Arquiduque Carlos (que prometia o aumento do nosso território com a cedência de algumas terras espanholas), organizou-se um exército comandado por D. João de Sousa, Marquês das Minas, o qual, de vitória em vitória, entrou triunfante em Madrid, onde proclamou rei de Espanha o Arquiduque Carlos da Áustria (1706). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Porém, os portugueses ameaçados por forças muito superiores, tiveram de abandonar aquela cidade, retirando-se para Portugal. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No seu reinado negociou-se um acordo comercial, conhecido por Tratado de Methwen. Por esse acordo era favorecida a entrada em Portugal de lanifícios ingleses e, na Inglaterra facilitado o negócio dos vinhos do Porto, os quais nas suas alfândegas pagariam direitos muito reduzidos. Deste contrato não foram colhidas as vantagens que se esperavam (1703). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ficou-se a dever a D. Pedro II muita da nova cunhagem de moeda, tendo sido no seu reinado a 1ª vez que se cunharam moedas para o Brasil. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Jaz sepultado no Panteão Real do Mosteiro de S. Vicente de Fora. &lt;br /&gt; &lt;br /&gt; &lt;img src="http://www.reallisboa.pt/d_000/003/b_003.gif"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5816096-107176382286897221?l=amonarquiaportuguesa.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5816096/posts/default/107176382286897221'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5816096/posts/default/107176382286897221'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://amonarquiaportuguesa.blogspot.com/2003_12_01_archive.html#107176382286897221' title=''/><author><name>alexandre</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13769038925521094811</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5816096.post-107140423707574583</id><published>2003-12-14T12:17:00.000Z</published><updated>2003-12-14T12:21:13.280Z</updated><title type='text'></title><content type='html'>Falo-vos agora d'El rei D.Afonso VI, filho d'El rei D.João IV&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sexto filho de D. João IV e de D. Luísa de Gusmão. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Atacado na infância por doença não identificada, fica mental e fisicamente diminuído. Com a morte de seu irmão D. Teodósio e de seu pai, sobe ao trono com treze anos, pelo que a regência ficou entregue a sua mãe. O rei foi crescendo, rebelde a toda a acção educadora, levando uma vida desregrada e manifestando-se perfeitamente incapaz para assumir as responsabilidades do governo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um dos seus companheiros, na vida de arruaceiro que levava, António Conti, italiano de origem, insinuou-se-lhe de tal maneira que em breve passou a viver no Paço, a convite de D. Afonso VI e a ter influência nos negócios do governo do reino. O escândalo aumentou a um ponto que D. Luísa de Gusmão fez jurar herdeiro do trono o infante D. Pedro e António Conti foi preso. Logo a seguir, o conde de Castelo Melhor executa um golpe de Estado, compelindo D. Luísa a entregar o governo a D. Afonso VI e forçando-a a retirar-se para um convento. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img src="http://www.reallisboa.pt/d_000/002/b_002.jpg"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nas boas graças do rei, Castelo Melhor lança-se na sua curta a brilhante carreira política, terminando vitoriosamente com a guerra da Restauração e conseguindo casar D. Afonso com Mademoiselle de Aumale. Em breve a nova rainha entra em conflito com Castelo Melhor. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Forma-se nova conspiração no paço, de que resulta a demissão do conde e a abdicação de D. Afonso VI. D. Pedro toma as rédeas do poder, casa com a cunhada, depois da anulação do casamento desta com D. Afonso e este último é desterrado para Angra do Heroísmo em 1669, donde regressa em 1674, sendo então encerrado no Palácio de Sintra até à sua morte, em 1683.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5816096-107140423707574583?l=amonarquiaportuguesa.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5816096/posts/default/107140423707574583'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5816096/posts/default/107140423707574583'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://amonarquiaportuguesa.blogspot.com/2003_12_01_archive.html#107140423707574583' title=''/><author><name>alexandre</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13769038925521094811</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5816096.post-107140408609662480</id><published>2003-12-14T12:14:00.000Z</published><updated>2003-12-14T12:15:35.373Z</updated><title type='text'></title><content type='html'>Queria mais uma vez agradecer os comentários da minha tia Teia, do meu Tio Rui e do Alfredo. Espero que todos continuem a gostar do blog.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5816096-107140408609662480?l=amonarquiaportuguesa.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5816096/posts/default/107140408609662480'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5816096/posts/default/107140408609662480'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://amonarquiaportuguesa.blogspot.com/2003_12_01_archive.html#107140408609662480' title=''/><author><name>alexandre</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13769038925521094811</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5816096.post-107107329256715036</id><published>2003-12-10T16:21:00.000Z</published><updated>2003-12-10T16:24:26.590Z</updated><title type='text'></title><content type='html'>Falo-vos agroa do Primeiro Rei da Dinastia de Bragança: El-Rei D.João IV.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Filho de D. Teodósio, duque de Bragança e de D. Ana Velasco, casou em 1633 com D. Luísa de Gusmão, espanhola da casa de Medina Sidónia. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Já em 1638, os conjurados da Revolução de 1640 tinham procurado obter a aceitação de D. João para uma revolta contra Espanha. Mas as hesitações, ou cautelas, do duque fizeram levantar a hipótese de se conseguir o regresso do infante D. Duarte, solução que falhou, tendo-se mesmo encarado a instauração de uma república, nos moldes da das Províncias Unidas. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A verdade é, que depois da sua aclamação como rei a 15 de Dezembro de 1640, todas as hesitações desapareceram e D. João IV fez frente às dificuldades com um vigor que muito contribuiu para a efectiva restauração da independência de Portugal. Da actividade global do seu reinado, deveremos destacar o esforço efectuado na reorganização do aparelho militar - reparação das fortalezas das linhas defensivas fronteiriças, fortalecimento das guarnições, defesa do Alentejo e Beira e obtenção de material e reforços no estrangeiro; a intensa e inteligente actividade diplomática junto das cortes da Europa, no sentido de obter apoio militar e financeiro, negociar tratados de paz ou de tréguas e conseguir o reconhecimento da Restauração; a acção desenvolvida para a reconquista do império ultramarino, no Brasil e em Africa; a alta visão na escolha dos colaboradores; enfim, o trabalho feito no campo administrativo e legislativo, procurando impor a presença da dinastia nova. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando morreu, o reino não estava ainda em segurança absoluta, mas D. João IV tinha-lhe construído umas bases suficientemente sólidas para vencer a crise. Sucedeu-lhe D. Afonso VI, seu segundo filho. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img src="http://www.arqnet.pt/imagens/phjoao4.jpg"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5816096-107107329256715036?l=amonarquiaportuguesa.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5816096/posts/default/107107329256715036'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5816096/posts/default/107107329256715036'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://amonarquiaportuguesa.blogspot.com/2003_12_01_archive.html#107107329256715036' title=''/><author><name>alexandre</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13769038925521094811</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5816096.post-107107325694658765</id><published>2003-12-10T16:20:00.000Z</published><updated>2003-12-10T16:21:42.356Z</updated><title type='text'></title><content type='html'>Gostaria de agradecer ao José Martins, os seus comentários. Por agora ainda não poderei ajudá-lo, já que ando ocupado com os testes da escola entre outras coisas, mas em breve colocarei aqui imagens da Família Real com o rei D.Carlos (esperando eu,  não demorar muito tempo até as colocar no blog).&lt;br /&gt;Se precisar de mais alguma coisa eu tentarei ajudá-lo. &lt;br /&gt;Aproveito também para agradecer os comentários da Thita e do Nuno.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5816096-107107325694658765?l=amonarquiaportuguesa.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5816096/posts/default/107107325694658765'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5816096/posts/default/107107325694658765'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://amonarquiaportuguesa.blogspot.com/2003_12_01_archive.html#107107325694658765' title=''/><author><name>alexandre</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13769038925521094811</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5816096.post-107064657969543967</id><published>2003-12-05T17:49:00.000Z</published><updated>2003-12-05T17:52:56.356Z</updated><title type='text'></title><content type='html'>Falo-vos agora do último rei do Período Filipino, D.Filipe III de Portugal (IV de Espanha).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Filho de Filipe II de Portugal (III de Espanha) e de D. Margarida de Áustria, nasceu em 1605.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img src="http://www.arqnet.pt/imagens/imag030402.jpg"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em 14 de Julho de 1619, foi jurado herdeiro do trono de Portugal, pelas cortes de Lisboa. &lt;br /&gt;Em 31 de Março de 1621, Filipe III de Portugal (IV de Espanha) sucedeu a seu pai no trono.&lt;br /&gt;Entre 1635 e 1640 ocorreram por todo o país inúmeros motins e rebeliões populares, que se manifestavam contra a dominação filipina. &lt;br /&gt;Em 1 de Dezembro de 1640 deu-se a revolta em Lisboa, tendo sido detida a vice-rainha, a duquesa de Mântua e entregue o trono português ao duque de bragança, com o título de D. João IV. Estava assim restaurada a independência de Portugal.&lt;br /&gt;No entanto, a soberania portuguesa só foi reconhecida por Espanha em 1668.&lt;br /&gt;Em 1665, o sucessor de comando de D. João de Áustria, o conde de Caracene, foi definitivamente derrotado em Montes Claros (Vila Viçosa), pelos exércitos portugueses, comandados pelo marquês de Marialva e por Shomberg.&lt;br /&gt;Filipe III acabaria por morrer nesse mesmo ano de 1665.&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5816096-107064657969543967?l=amonarquiaportuguesa.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5816096/posts/default/107064657969543967'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5816096/posts/default/107064657969543967'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://amonarquiaportuguesa.blogspot.com/2003_12_01_archive.html#107064657969543967' title=''/><author><name>alexandre</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13769038925521094811</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5816096.post-107064604810229316</id><published>2003-12-05T17:40:00.000Z</published><updated>2003-12-05T17:41:28.360Z</updated><title type='text'></title><content type='html'>Agradeço aqui os comentários do meu tio e do Alfredo e de todos os outros que me têm vindo a comentar.&lt;br /&gt;Espero que continuem a gostar do blog.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5816096-107064604810229316?l=amonarquiaportuguesa.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5816096/posts/default/107064604810229316'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5816096/posts/default/107064604810229316'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://amonarquiaportuguesa.blogspot.com/2003_12_01_archive.html#107064604810229316' title=''/><author><name>alexandre</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13769038925521094811</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5816096.post-107046116851760568</id><published>2003-12-03T14:19:00.000Z</published><updated>2003-12-03T14:20:06.966Z</updated><title type='text'></title><content type='html'>Queria desde já pedir desculpa por não ter falado do feriado, dia 1 de Dezembro, mas os estudos impediram-me.&lt;br /&gt;Ao lerem este texto saberão a sua importância.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Restauração é o nome que se dá tradicionalmente ao movimento histórico que restituiu a Portugal a autonomia a partir de 1 de Dezembro de 1640.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Após a morte do cardeal D. Henrique, em 1580, a coroa de Portugal ficou sem herdeiro directo. Então, Filipe II de Espanha, reclamou o trono por ser neto de D. Manuel I por via materna.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assim começou o período de domínio espanhol.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Filipe II jurou manter a autonomia de Portugal como estado e nação, mas tanto ele como os seus sucessores traíram as promessas juradas e ligaram Portugal a um regime de monarquia dual, por união dinástica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A violação de privilégios tradicionais o empobrecimento geral, o arrastamento de Portugal para as lutas europeias em que Espanha se envolvia e os agravamentos de impostos, resultaram em razões de queixa que propiciaram os movimentos revoltosos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A restauração significou, o restabelecimento do estado português na plenitude da sua soberania. Isto implicava a instauração de uma nova dinastia que representasse a vontade nacional e fosse reconhecida pelas outras potências europeias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No dia &lt;em&gt;&lt;strong&gt;1 de Dezembro de 1640&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;, um grupo de nobres e juristas tomou posse da ribeira em Lisboa. Convocaram-se as cortes onde o duque de Bragança, D. João IV, foi aclamado rei de Portugal, vitorioso em Lisboa e logo depois em todo o país. O movimento restaurador havia de organizar a defesa contra a inevitável reacção de Espanha. Este esforço prolongou-se durante anos até ao tratado de 1668, pelo qual as autoridades espanholas aceitaram e reconheceram a legitimidade da independência portuguesa e da dinastia de Bragança, já então representada por D. Pedro II.&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5816096-107046116851760568?l=amonarquiaportuguesa.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5816096/posts/default/107046116851760568'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5816096/posts/default/107046116851760568'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://amonarquiaportuguesa.blogspot.com/2003_12_01_archive.html#107046116851760568' title=''/><author><name>alexandre</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13769038925521094811</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5816096.post-107005734091699023</id><published>2003-11-28T22:09:00.000Z</published><updated>2003-11-28T22:10:25.873Z</updated><title type='text'></title><content type='html'>Falo-vos agora d'El-Rei D.Filipe II de Portugal, III de Espanha.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img src="http://atelier.hannover2000.mct.pt/~pr284/images/outros19.gif"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Décimo Nono Rei de Portugal.&lt;br /&gt;Filho do rei Filipe II de Espanha (I de Portugal) e da sua quarta esposa, D. Ana de Áustria, nasceu em 1578.&lt;br /&gt;Em 1582, foi jurado herdeiro do trono de Portugal, pelas cortes de Lisboa. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em 13 de Setembro de 1598, Filipe II de Portugal (III de Espanha) sucedeu a seu pai no trono.&lt;br /&gt;Em 1603 foram publicadas as Ordenações Filipinas.&lt;br /&gt;Em 1619, a 22 de Abril, partiu de Madrid, acompanhado pelo príncipe das Astúrias, tendo chegado a Olivença em 10 de Maio.&lt;br /&gt;Aos 29 dias do mês de Junho entrou solenemente em Lisboa e, a 14 de Julho, as cortes, reunidas nessa cidade, juraram o príncipe D. Filipe como sucessor do trono português, prometendo aquele respeitar o seu povo, à imagem do que tinha sucedido com o seu pai.&lt;br /&gt;Em finais de Setembro de 1619, D. Filipe II abandonou Portugal e a 4 de Dezembro estava já em Madrid.&lt;br /&gt;Filipe II veio a falecer em Madrid, no dia 31 de Março de 1621, tendo-lhe sucedido no trono o seu filho Filipe III de Portugal, IV de Espanha e o último da Dinastia Filipina.&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5816096-107005734091699023?l=amonarquiaportuguesa.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5816096/posts/default/107005734091699023'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5816096/posts/default/107005734091699023'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://amonarquiaportuguesa.blogspot.com/2003_11_01_archive.html#107005734091699023' title=''/><author><name>alexandre</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13769038925521094811</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5816096.post-106970716131449958</id><published>2003-11-24T20:52:00.000Z</published><updated>2003-11-24T20:53:10.653Z</updated><title type='text'></title><content type='html'>Caros monárquicos e leitores, aqui estão as principais datas da Agenda Real até ao final de Novembro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;30 Novembro - Jantar dos Conjurados da Real Associação de Lisboa na Quinta de Santa Sofia em Sassoeiros.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;27 a 29 Novembro - Deslocação de SS.AA.RR. ao Luxemburgo a convite do Grão-Duque do Luxemburgo  &lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5816096-106970716131449958?l=amonarquiaportuguesa.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5816096/posts/default/106970716131449958'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5816096/posts/default/106970716131449958'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://amonarquiaportuguesa.blogspot.com/2003_11_01_archive.html#106970716131449958' title=''/><author><name>alexandre</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13769038925521094811</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5816096.post-106958498096326635</id><published>2003-11-23T10:56:00.000Z</published><updated>2003-11-23T11:01:44.076Z</updated><title type='text'></title><content type='html'>Francis Drake é uma das personagens mais importantes da história mundial.  Conto-vos aqui o principal da sua vida.&lt;br /&gt;Apesar de ser inglês (já que o blog fala da monarquia portuguesa), acho ser importante falar dele.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img src="http://www.terravista.pt/nazare/2359/drake.jpg"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Considerado uma figura lendária no seu tempo ,Francis Drake nasceu em Devon, Inglaterra por volta de 1540. Aprendeu a arte da navegação num navio mercante costeiro e tornou-se comandante do seu próprio navio numa missão de transporte de escravos para a América do Sul em 1567-1568 .Durante os anos seguintes, foi corsário e saqueou navios e portos espanhóis nas Índias Ocidentais. Entre 1577 e 1580 chefiou uma expedição que circum-navegou o mundo, razão por que foi elevado à categoria de Cavaleiro em 1581 pela rainha Isabel I. Em 1585-1586 , saqueou de novo o mar das Caraíbas e em 1587 atacou a própria Espanha. Era vice-almirante da frota que destruiu a "Invencível Armada",enviada em 1588 para submeter a Inglaterra, e em 1589 comandou um infame ataque a Lisboa. Drake morreu no mar em 1596, numa derradeira missão de pilhagem às Índias Ocidentais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img src="http://www.britannia.com/bios/gents/images/fdrake.jpg"&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5816096-106958498096326635?l=amonarquiaportuguesa.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5816096/posts/default/106958498096326635'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5816096/posts/default/106958498096326635'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://amonarquiaportuguesa.blogspot.com/2003_11_01_archive.html#106958498096326635' title=''/><author><name>alexandre</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13769038925521094811</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5816096.post-106944113866628017</id><published>2003-11-21T18:58:00.000Z</published><updated>2003-11-21T19:00:17.110Z</updated><title type='text'></title><content type='html'>D.Filipe II de Espanha, conseguiu com a "aquisição" de Portugal, um dos maiores impérios da história mundial.&lt;br /&gt;Conto-vos aqui a sua vida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Filho primogénto do rei Carlos V de Espanha e de D. Isabel de Portugal, nasceu em 1527.&lt;br /&gt;Em 1541 o seu pai chamou-o para o governo, tornando-se príncipe regente dois anos mais tarde. Ainda em 1543, a 13 de Novembro, casou com D. Maria Manuela de Portugal, filha de D. João III e de D. Catarina.&lt;br /&gt;Em 1551 foi proclamado rei de Navarra.&lt;br /&gt;Em 1554 casou pela segunda vez, desta feita com a rainha de Inglaterra, sua tia Maria Tudor.&lt;br /&gt;Em 1555 subiu ao trono de Espanha, tornando-se igualmente soberano de um vasto território constituído pelos estados da Flandres e de Itália e pelos domínios ultramarinos. Em 1578 nasceu o príncipe herdeiro, D. Filipe, fruto do seu quarto casamento, em 1570, com D. Ana de Áustria. &lt;br /&gt;Logo em Janeiro de 1580 Filipe II de Espanha , para defender os seus direitos ao trono português, enviou uma frota comandada por D. Álvaro de Bazán e um exército (em Abril de 1581), sob o comando do duque de Alba, derrotando o prior do Crato, que entretanto se tinha autoproclamado rei de Portugal.Em 15 de Abril de 1581 reuniram-se cortes em Tomar que aclamaram como rei Filipe II, com o título de Filipe I de Portugal.&lt;br /&gt;A 25 Julho, Filipe I entrou triunfalmente em Lisboa, jurando guardar e preservar todos os foros, instituições, privilégios, usos, costumes e liberdades do povo português, concedidos pelos seus antecessores.&lt;br /&gt;Em 1583, as cortes de Lisboa, devido à morte do filho do rei, o infante D. Diego, juraram herdeiro do trono D. Filipe, o novo príncipe das Astúrias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img src="http://atelier.hannover2000.mct.pt/~pr284/images/outros18.gif"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A 11 de Fevereiro de 1583 Filipe II regressou a Castela, após ter deixado entregue a administração do reino de Portugal a seu sobrinho, o cardeal-arquiduque Alberto de Áustria.&lt;br /&gt;Filipe I morreu em Madrid, no Escorial, a 13 de Setembro de 1598, sucedendo-lhe no trono o seu filho Filipe II de Portugal, III de Espanha.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5816096-106944113866628017?l=amonarquiaportuguesa.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5816096/posts/default/106944113866628017'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5816096/posts/default/106944113866628017'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://amonarquiaportuguesa.blogspot.com/2003_11_01_archive.html#106944113866628017' title=''/><author><name>alexandre</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13769038925521094811</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5816096.post-106944099094836937</id><published>2003-11-21T18:56:00.000Z</published><updated>2003-11-21T18:56:57.966Z</updated><title type='text'></title><content type='html'>Aqui, conto de um modo breve, o ínicio do domíno espanhol:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A D.Sebastião I sucedeu-lhe o seu tio-avô, Cardeal Henrique , irmão de D.João III. Com a sua idade e solteiro, via-se que o trono de Portugal, deixaria rapidamente a linha directa da dinastia de Aviz. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;D.Filipe II de Espanha, sobrinho de D.João III, e marido (pelo seu primeiro casamento com de Maria filha de D.João III), tinha feito todos os preparativos, e na morte do cardeal-rei (31 Janeiro 1580), solicitou às autoridades que lhe obedecessem. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um exército sob o comando do Duque de Alba entrou em Portugal em 1580. Os adeptos de D.António o prior do Crato (filho ilegítimo de D.Luis, irmão de D.João III) aclamaram-o rei como António I em Santarém, mas fracassaram. Filipe II de Espanha tornou-se Filipe I de Portugal. As reclamações da duquesa de Bragança (D.Catarina, filha de Eduardo, irmão de D.João III) não foram atendidas. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;D.Filipe II, entrou em Lisboa em 1581, e perante as cortes gerais que se reuniram em Tomar (15 de Abril), jurou as condições em que reinaria. A sua ideia não foi a absorção de Portugal, mas uma monarquia dualista, em que tínhamos perfeita autonomia no mesmo pé que Castela. Cumpriu religiosamente o que prometera; e foi seu neto Filipe IV, ou melhor, o conde-duque de Olivares quem, iludindo-as, provocou mais tarde a revolta dos portugueses. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5816096-106944099094836937?l=amonarquiaportuguesa.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5816096/posts/default/106944099094836937'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5816096/posts/default/106944099094836937'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://amonarquiaportuguesa.blogspot.com/2003_11_01_archive.html#106944099094836937' title=''/><author><name>alexandre</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13769038925521094811</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5816096.post-106944040921182194</id><published>2003-11-21T18:46:00.000Z</published><updated>2003-11-21T19:09:39.140Z</updated><title type='text'></title><content type='html'>Falo-vos agora do Cardeal D.Henrique, filho d'El Rei D.Manuel I. A partir do final do seu curto reinado, inciou-se um período de instabilidade e domínio espanhol. Aproveito, já agora, para agradecer os comentários do Alfredo, ficando contente por haver pessoas monárquicas fora de Portugal (e) que gostam do meu blog.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img src="http://atelier.hannover2000.mct.pt/~pr284/images/henriq16.gif"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Filho do rei D. Manuel e da sua segunda esposa, D. Maria de Castela, nasceu em Lisboa, a 31 de Janeiro de 1512.&lt;br /&gt;Iniciou a sua carreira eclesiástica em 1526, aos 14 anos, quando foi investido no cargo de prior comendatário de Santa Cruz de Coimbra. &lt;br /&gt;Em 1532, com apenas 20 anos, foi-lhe concedida a administração do arcebispado de Braga. Porém, D. Henrique só chegou à sua arquidiocese em 1537.&lt;br /&gt;Por carta de 22 de Junho de 1539, D. João III nomeou-o inquisidor-geral do Reino.&lt;br /&gt;Em 1540, o papa Paulo III elevou-o à categoria de arcebispo de Évora, renunciando então à administração da arquidiocese bracarense.&lt;br /&gt;Em 1542 foi incumbido, a título vitalício, da administração do Mosteiro de Alcobaça.&lt;br /&gt;Através do consistório de 16 de Dezembro de 1545 atingiu o cardinalato. &lt;br /&gt;Em 1552 foi nomeado para legado apostólico em Portugal.&lt;br /&gt;Em 1559 criou a Universidade de Évora que funcionava nas estruturas do Colégio do Espírito Santo.&lt;br /&gt;Em 1562, e até 1568, D. Henrique assumiu a regência do reino, durante um dos perídos da menoridade de D. Sebastião, começando a salientar-se a sua importância política.&lt;br /&gt;Ainda em 1562 obteve o seu terceiro arcebispado do Reino, desta feita o de Lisboa, renunciando então à administração da Sé eborense.&lt;br /&gt;Quando D. Sebastião subiu ao trono, em 1568, foi um dos seus principais orientadores, com assento no Conselho de Estado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img src="http://www.geocities.com/Area51/Atlantis/2970/0055.jpg"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em 1576, transferiu-se definitivamente para a Sé de Évora, na sequência do rompimento das relações com D. Sebastião.&lt;br /&gt;Em 1578, após ter sido solicitado em Évora por D. Sebastião, desaconselhou a expedição a Alcácer não aceitando a regência do Reino.&lt;br /&gt;Em 4 de Agosto de 1578, a morte, sem sucessor, de D. Sebastião em Alcácer Quibir, colocou o cardeal-infante no trono de Portugal que, desde logo, convidou todos os que se declarassem pretendentes ao trono a expôr por escrito os seus direitos.  &lt;br /&gt;O Cardeal-Rei D. Henrique expirou em Almeirim, a 31 de Janeiro de 1580, tendo os seus restos mortais sido transferidos em 1582, por ordem de Filipe I, para o Mosteiro dos Jerónimos. No trono sucedeu-lhe, por muito pouco tempo, El-Rei D.António e logo depois, El-Rei D.Filipe I de Portugal, II de Espanha (neto d'El rei D.Manuel I de Portugal).&lt;br /&gt;Iniciou-se assim, com a Dinastia Filipina, um período de 60 anos (1580-1640) de dominação espanhola em Portugal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5816096-106944040921182194?l=amonarquiaportuguesa.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5816096/posts/default/106944040921182194'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5816096/posts/default/106944040921182194'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://amonarquiaportuguesa.blogspot.com/2003_11_01_archive.html#106944040921182194' title=''/><author><name>alexandre</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13769038925521094811</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5816096.post-106918013877528021</id><published>2003-11-18T18:28:00.000Z</published><updated>2003-11-18T18:34:49.403Z</updated><title type='text'></title><content type='html'>Queria mais uma vez agradecer os comentários feitos até hoje. Quero agradecer principalmente ao Velho da Montanha, Zé Povinho e à Thita. Em relação a reis "fraquinhos", como diz o comentador Primeiro Ministro, queria dizer que hoje em dia os reis não têm poder absoluto, têm poder LIBERAL (na maioria dos casos). Isto significa que os reis têm principalmente um papel representativo do reino, e mesmo que sejam "fraquinhos", para levarem as suas ideias em frente,  necessitam do apoio da população e do governo. Vejamos o caso do rei Espanhol e da Rainha Inglesa, que têm um reino mais desenvolvido que nós.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5816096-106918013877528021?l=amonarquiaportuguesa.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5816096/posts/default/106918013877528021'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5816096/posts/default/106918013877528021'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://amonarquiaportuguesa.blogspot.com/2003_11_01_archive.html#106918013877528021' title=''/><author><name>alexandre</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13769038925521094811</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5816096.post-106865867776049045</id><published>2003-11-12T17:37:00.000Z</published><updated>2003-11-12T17:40:52.776Z</updated><title type='text'></title><content type='html'>Vou agora falar-vos do Rei D.Sebastião, que morreu numa grande batalha, pelo seu reino.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Décimo sexto rei de Portugal, filho do príncipe D. João e de D. Joana de Áustria, nasceu em Lisboa a 20 de Janeiro de 1554, e morreu em Alcácer Quibir, a 4 de Agosto de 1578. Sucedeu a seu avô D. João III sendo o seu nascimento esperado com ansiedade, enchendo de júbilo o povo, pois a coroa corria o perigo de vir a ser herdada por outro neto de D. João III, o príncipe D. Carlos, filho de Filipe II de Espanha. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img src="http://www.arqnet.pt/imagens/phsebastiao.jpg"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De saúde precária, D. Sebastião mostrou desde muito cedo duas grandes paixões: a guerra e o zelo religioso. Cresceu na convicção de que Deus o criara para grandes feitos, e, educado entre dois partidos palacianos de interesses opostos - o de sua avó que pendia para a Espanha, e o do seu tio-avô o cardeal D. Henrique favorável a uma orientação nacional -, D. Sebastião, desde a sua maioridade, afastou-se abertamente dum e doutro, aderindo ao partido dos validos, homens da sua idade, temerários a exaltados, que estavam sempre prontos a seguir as suas determinações. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nunca ouviu conselhos de ninguém, e entregue ao sonho anacrónico de sujeitar a si toda a Berbéria a trazer à sua soberania a veneranda Palestina, nunca se interessou pelo povo, nunca reuniu cortes nem visitou o País, só pensando em recrutar um exército a armá-lo, pedindo auxílio a Estados estrangeiros, contraindo empréstimos a arruinando os cofres do reino, tendo o único fito de ir a África combater os mouros. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Chefe de um numeroso exército, na sua maioria aventureiros e miseráveis, parte para a África em Junho de 1578; chega perto de Alcácer Quibir a 3 de Agosto e a 4, o exército português esfomeado a estafado pela marcha e pelo calor, e dirigido por um rei incapaz, foi completamente destroçado, figurando o próprio rei entre os mortos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5816096-106865867776049045?l=amonarquiaportuguesa.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5816096/posts/default/106865867776049045'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5816096/posts/default/106865867776049045'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://amonarquiaportuguesa.blogspot.com/2003_11_01_archive.html#106865867776049045' title=''/><author><name>alexandre</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13769038925521094811</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5816096.post-106849537949417076</id><published>2003-11-10T20:16:00.000Z</published><updated>2003-11-10T20:17:33.946Z</updated><title type='text'></title><content type='html'>Falo-vos agora de um grande rei português, D.João III.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Décimo quinto rei de Portugal, filho de D. Manuel I.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Teve como mestres algumas figuras notáveis da época, como o humanista Luís Teixeira e o médico Tomás de Torres. A partir de 1514, D. Manuel começa a introduzi-lo nas matérias do governo e, em 1517, preparava-se o seu casamento com D. Leonor, irmã de Carlos V. É, porém, D. Manuel que vem a casar com ela, em virtude da morte da rainha D. Maria. Com 19 anos é aclamado rei e mais tarde casa com a irmã de D. Leonor, D. Catarina de Áustria.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O governo de D. João III pode compreender-se à luz de uma vasta política nacional e ultramarina, de que assinalamos os marcos essenciais:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1) Política ultramarina: O vasto império herdado pelo monarca e que se estendia por três continentes, impunha difíceis problemas de administração à distância. No Oriente, após uns primeiros anos de continuação de conquistas, as dificuldades começaram a surgir. Turcos e Árabes ofereciam uma resistência cada vez maior ao monopólio dos Portugueses e os ataques às nossas forças sucediam-se. Em África, as guarnições dos nossos castelos de Marrocos não conheciam vida calma. Homens e armas eram enviados com frequência, como reforço, ocasionando uma despesa enorme sem proveito correspondente, o que em breve se tornou insustentável. Abandonou-se Safim, Azamor, Alcácer‑Ceguer e Arzila. Como compensação das dificuldades no Oriente e revezes em Africa, voltou-se D. João III para o Brasil, realizando a primeira tentativa de povoamento e valorização daquele território, primeiro com o sistema de capitanias e depois instituindo um governo geral., com Tomé de Sousa à frente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2) Relações externas: Em nenhum outro reinado da 2.ª dinastia manteve Portugal uma tão grande actividade diplomática, como no de D. João III, e com a Espanha, de uma maneira intensa. Com a França, de maneira bastante delicada, devido à guerra de corso movida pelos marinheiros franceses aos navios mercantes de Portugal e consequentes represálias por parte da nossa marinha de guerra. Com a Santa Sé, orientando-se no fortalecimento de relações, conseguindo D. João III o estabelecimento do tribunal da Inquisição em Portugal e aderindo os bispos portugueses ao espírito da Contra‑Reforma. Mais dentro do campo económico, são de pôr em realce as relações estabelecidas com os países do Báltico e a Polónia, através da feitoria de Antuérpia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img src="http://www.arqnet.pt/imagens/phjoao3.jpg"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3) Política interna: A linha absolutista acentua-se nitidamente com D. João III. Este governa apenas com o auxílio do secretário de Estado, António Carneiro e seus dois filhos Francisco e Pêro de Alcáçova Carneiro. A máquina administrativa foi-se estruturando com centenas de regimentos, alvarás e cartas. Todavia, o seu reinado conheceu gravíssimas crises económicas e recorreu-se aos empréstimos externos. Fomes, epidemias e sismos fizeram também a sua aparição frequente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;4) Política cultural: A protecção à cultura foi uma dominante deste monarca. À sombra da corte viveram homens como Gil Vicente, Garcia de Resende, Damião de Góis. A esta época estão ainda ligados nomes como os de Sá de Miranda, Bernadim Ribeiro, André Resende, Diogo de Teive, Pedro Nunes, Camões, João de Castro, João de Ruão e outros ainda. É feita uma reforma da Universidade portuguesa e cria-se um Colégio das Artes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;5) Sucessão ao trono: Apesar da numerosa prole nascida do casamento régio, é o único neto do tronco varonil, D. Sebastião, que irá suceder a D. João III. A morte tinha ceifado todos os filhos do monarca.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;6) A figura: D. João III tem merecido juízos discordantes na sua acção governativa. Para alguns foi um fanático, para outros um hábil monarca. É certo que recebeu o império no seu apogeu e o deixou no descalabro, mas para além da sua acção pessoal que não foi brilhante, havia outras causas mais profundas que, de qualquer maneira, produziriam os mesmos efeitos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5816096-106849537949417076?l=amonarquiaportuguesa.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5816096/posts/default/106849537949417076'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5816096/posts/default/106849537949417076'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://amonarquiaportuguesa.blogspot.com/2003_11_01_archive.html#106849537949417076' title=''/><author><name>alexandre</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13769038925521094811</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5816096.post-106849508316439051</id><published>2003-11-10T20:11:00.000Z</published><updated>2003-11-10T20:11:20.890Z</updated><title type='text'></title><content type='html'>Aproveito aqui para agradecer os amáveis comentários do Duarte, do Vasco, do meu tio, do Manuel Azinhal e do "Velho da Montanha". Em relação ao Pedro, gostaria de dizer que para perceber o que acontece no presente é preciso estudar a história, o passado. &lt;br /&gt;Agradeço a ele também os seus comentários pois são sempre bons para termos uma noção dos erros e coisas boas que fazemos. A todos, obrigado.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5816096-106849508316439051?l=amonarquiaportuguesa.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5816096/posts/default/106849508316439051'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5816096/posts/default/106849508316439051'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://amonarquiaportuguesa.blogspot.com/2003_11_01_archive.html#106849508316439051' title=''/><author><name>alexandre</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13769038925521094811</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5816096.post-106805909792421203</id><published>2003-11-05T19:04:00.000Z</published><updated>2003-11-05T19:04:56.423Z</updated><title type='text'></title><content type='html'>Caros amigos leitores e monárquicos, gostaria de me apresentar a todos.&lt;br /&gt;O meu nome é Alexandre e tenho 13 anos. Frequento o 8º ano de escolaridade e os temas que mais gosto de debater são história e geografia.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5816096-106805909792421203?l=amonarquiaportuguesa.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5816096/posts/default/106805909792421203'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5816096/posts/default/106805909792421203'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://amonarquiaportuguesa.blogspot.com/2003_11_01_archive.html#106805909792421203' title=''/><author><name>alexandre</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13769038925521094811</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5816096.post-106804397228394735</id><published>2003-11-05T14:52:00.000Z</published><updated>2003-11-05T14:54:34.083Z</updated><title type='text'></title><content type='html'>Falo-vos agora, da Caravela.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A caravela foi um dos primeiros tipos de navios a ser utilizados pelos portugueses na exploração de novos territórios.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A partir de 1441, os portugueses passaram a utilizar caravelas nas suas viagens de exploração atlântica. Tal tipo de navio veio a revelar-se o mais adequado para a realização deste tipo de expedições, pois era um navio adaptado à exploração, rápido e usado como recurso de defesa de algumas armadas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A caravela originalmente definia-se por transportar pano latino, o que lhe dava possibilidade de fazer um tipo de manobra que em mares não conhecidos se tornou indispensável: bolinar - possibilidade de recorrer a uma maior amplitude de ventos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A caravela portuguesa era um navio de pequeno ou médio calado, que podia ter um porte que oscilaria em média entre os 40 e 60 tonéis, com uns catorze metros de quilha. Geralmente tinha dois mastros com velas latinas, embora as maiores pudessem apresentar três mastros. Tinha apenas um castelo de popa e uma coberta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img src="http://www.caminhosdeportugal.de/images/CARAVELA.GIF36306404523158_16.gif"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na documentação quatrocentista à curiosa referência a um tipo de navio denominado de "caravela descobrir". Tal caravela seria um navio aperfeiçoado pelos portugueses que seria muito superior aos outros navios de velame latino, pois apresentava vergas latinas de grandes dimensões.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A tripulação de uma caravela poderia rondar os 20 ou 25 homens em média. A partir de finais do século XV e inícios do XVI sofre ajustamentos que deram à caravela um maior porte - passa a poder transportar 50 homens.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No século XVI a importância da caravela diminui, sendo destinada sobretudo a missões de apoio. Também nesse século apareceu um novo tipo de caravela, no qual um dos mastros passou a armar uma vela redonda, pelo que se denominou de caravela redondo.&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5816096-106804397228394735?l=amonarquiaportuguesa.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5816096/posts/default/106804397228394735'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5816096/posts/default/106804397228394735'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://amonarquiaportuguesa.blogspot.com/2003_11_01_archive.html#106804397228394735' title=''/><author><name>alexandre</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13769038925521094811</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5816096.post-106804362932591748</id><published>2003-11-05T14:47:00.000Z</published><updated>2003-11-05T14:47:07.276Z</updated><title type='text'></title><content type='html'>Quero agradecer os simpáticos comentários do &lt;a href="http://viriatos.blogspot.com/"&gt;sexo dos anjos&lt;/a&gt;. Acho, que o blog em causa é interessante e aconselhável a ler.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5816096-106804362932591748?l=amonarquiaportuguesa.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5816096/posts/default/106804362932591748'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5816096/posts/default/106804362932591748'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://amonarquiaportuguesa.blogspot.com/2003_11_01_archive.html#106804362932591748' title=''/><author><name>alexandre</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13769038925521094811</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5816096.post-106780050283767135</id><published>2003-11-02T19:15:00.000Z</published><updated>2003-11-02T19:16:31.030Z</updated><title type='text'></title><content type='html'>Falo-vos agora de um grande navegador, Bartolomeu Dias, que fez um dos maiores feitos da história mundial.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img src="http://www.vidaslusofonas.pt/bartolomeu1.jpg"&gt;&lt;br /&gt;Bartolomeu Dias (1450?-1500)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bartolomeu Dias foi um célebre navegador português, descendente de Dinis Dias. Ignora-se onde e quando nasceu.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em 1486, D. João II confiou-lhe o comando de duas caravelas com o intuito de saber notícias do Preste João.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Descobriu primeiro a angra dos Ilhéus, sendo assaltado, em seguida, violento temporal. Treze dias depois, procurou a costa, encontrando apenas o mar. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Navegou então para norte, descobrindo vários portos. No entanto, a tripulação obrigou o capitão a retroceder, dobrando, por acaso, o grande cabo, em 1487 - Cabo das Tormentas, actual Cabo da Boa Esperança.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em 1500, acompanha Pedro Álvares Cabral na famosa viagem em que este descobre o Brasil. Quando a frota seguia para a Índia, o navio em que ia Bartolomeu Dias, naufragou e o valente marinheiro achou a morte junto do mesmo cabo - cabo  da Boa Esperança.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5816096-106780050283767135?l=amonarquiaportuguesa.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5816096/posts/default/106780050283767135'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5816096/posts/default/106780050283767135'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://amonarquiaportuguesa.blogspot.com/2003_11_01_archive.html#106780050283767135' title=''/><author><name>alexandre</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13769038925521094811</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5816096.post-106761741071758393</id><published>2003-10-31T16:23:00.000Z</published><updated>2003-10-31T16:31:57.773Z</updated><title type='text'></title><content type='html'>Vou falar agora do primeiro rei da 2º Dinastia portuguesa, a Dinastia de Avis, El-Rei D.João I (pai do Infante D.Henrique, já referido num documento do blog), o qual teve um papel muito importante na história portuguesa, um dos quais, o início da expansão portuguesa com a conquista de Ceuta em 1415.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;D.João I, filho bastardo de D. Pedro I e de uma dama galega. O mestrado da Ordem de Avis foi-lhe destinado desde a sua infância e é nesse sentido que decorre a sua educação, a cargo do comendador-mor da Ordem.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em 1383, já na situação de um dos mais ricos senhores de Portugal, jura, com muitas outras figuras importantes do reino, cumprir cláusulas do contrato de matrimónio da infanta D. Beatriz com D. João I de Castela. Nesse mesmo ano, é um dos escolhidos para acompanhar a infanta a Badajoz, onde foi entregue ao marido. O facto de ter sangue real e de ser olhado como chefe provável do partido adverso à parceria Leonor Teles-conde de Andeiro, deve ter contribuído para a sua prisão ordenada por D. Fernando. Mais tarde é libertado por ordem do rei e a esse facto não deve ter sido estranha a intervenção pessoal do conde de Cambridge, chefe do contingente inglês em Portugal. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Depois da morte do rei, entra-se no período da guerra civil e da guerra com Castela e D. João, aclamado regedor e defensor do reino, procura consolidar a sua posição no meio de hesitações e compromissos. E aclamado rei em 1385, vence a guerra com Castela e obtém tréguas em 1389. Volta-se então para os problemas internos do reino e impõe a sua autoridade à nova nobreza, que chefiada por D. Nuno Álvares Pereira, lhe desfalca os bens da coroa. Em 1396, novamente guerra com Castela até 1398.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img src="http://www.arqnet.pt/imagens/phjoao1.jpg"&gt;&lt;br /&gt;    D.João I, primeiro rei da Dinastia de Avis (1357-1433), rei (1385-1433)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segue-se um longo período de paz interna e externa, só cortado pela aventura de Ceuta. Fora dos actos da administração pública, quase nada sabemos da vida do monarca. Casou em 1387 com D. Filipa, filha do duque de Lencastre e ano e meio depois nasce D. Branca, que não chegou a viver um ano; segue-se o herdeiro do trono Afonso, que morre por volta dos dez anos; vêm a seguir em rápida sucessão os infantes da «ínclita geração».  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Morreu em 1433. Pessoalmente, foi-nos legado o retrato de um homem prudente, astuto, cioso do poder e da autoridade, ao mesmo tempo, terno, humano e benevolente. Foi sem dúvida o mais culto dos nossos monarcas medievais, reflexo da educação que o preparara para dirigir superiormente uma importante ordem religioso-militar. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img src="http://www.gacgibraltar.com/images/ceuta-arial.jpg"&gt;&lt;br /&gt;Ceuta, cidade do Norte de África, hoje em dia&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5816096-106761741071758393?l=amonarquiaportuguesa.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5816096/posts/default/106761741071758393'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5816096/posts/default/106761741071758393'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://amonarquiaportuguesa.blogspot.com/2003_10_01_archive.html#106761741071758393' title=''/><author><name>alexandre</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13769038925521094811</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5816096.post-106745809342563972</id><published>2003-10-29T20:08:00.000Z</published><updated>2003-10-29T20:08:12.756Z</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;img src="http://www.en.eun.org/vs/history/portugal/images/p55ima.jpg"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lisboa em 1520&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img src="http://www.en.eun.org/vs/history/portugal/images/p385vol3.jpg"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A ilha da Madeira no século XVII&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5816096-106745809342563972?l=amonarquiaportuguesa.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5816096/posts/default/106745809342563972'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5816096/posts/default/106745809342563972'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://amonarquiaportuguesa.blogspot.com/2003_10_01_archive.html#106745809342563972' title=''/><author><name>alexandre</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13769038925521094811</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5816096.post-106745781750624866</id><published>2003-10-29T20:03:00.000Z</published><updated>2003-10-29T20:03:36.900Z</updated><title type='text'></title><content type='html'>Aqui está uma proposta para os jovens monárquicos ou para jovens que estejam interessados em estar com el-Rei D.Duarte e aprender um pouco sobre a monarquia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;22-23-24 de Novembro - Encontro Nacional de Jovens Monarquicos em Coimbra com a presença de S.A.R. Sr. D. Duarte. Para mais informações contactar José Maria Freire de Andrade (916 251 580) ou para o e-mail da juventude.&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5816096-106745781750624866?l=amonarquiaportuguesa.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5816096/posts/default/106745781750624866'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5816096/posts/default/106745781750624866'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://amonarquiaportuguesa.blogspot.com/2003_10_01_archive.html#106745781750624866' title=''/><author><name>alexandre</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13769038925521094811</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5816096.post-106745533678783077</id><published>2003-10-29T19:22:00.000Z</published><updated>2003-10-29T19:39:59.216Z</updated><title type='text'></title><content type='html'>Por ser um assunto importante para todos os monárquicos e republicanos, quero mostrar aqui as bandeiras que ao longo do tempo representaram o nosso reino e mais tarde o Portugal republicano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img src="http://www.terravista.pt/enseada/1944/1.gif"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;D. Afonso Henriques (1143-1185) &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img src="http://www.terravista.pt/enseada/1944/bpsanciu.gif"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;D. Sancho I (1185-1211)  &lt;br /&gt;D. Afonso I (1211-1223)  &lt;br /&gt;D. Sancho II (1223-1248)  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img src="http://www.terravista.pt/enseada/1944/bpafoiii.gif"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;D. Afonso III (1248-1279) &lt;br /&gt;D. Dinis  (1279-1325) &lt;br /&gt;D. Afonso IV (1325-1357) &lt;br /&gt;D. Pedro (1357-1367) &lt;br /&gt;D. Fernando (1367-1383) &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img src="http://www.terravista.pt/enseada/1944/bpjoaoi.gif"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;D. João I (1385-1433) &lt;br /&gt;D. Duarte (1433-1438) &lt;br /&gt;D. Afonso V (1438-1481) &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;--------------------------------------------------------------------------------&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img src="http://www.terravista.pt/enseada/1944/bpjoaoii.gif"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;D. João II (1481-1495) &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img src="http://www.terravista.pt/enseada/1944/bpjoaoiv.gif"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;D.Manuel I (1495-1521)&lt;br /&gt;D.João III   (1521-1557)&lt;br /&gt;D.Sebastião (1557-1578)&lt;br /&gt;D.Henrique (1578-1580)&lt;br /&gt;D.Filipe I   (1580-1598)&lt;br /&gt;D.Filipe II  (1598-1621)&lt;br /&gt;D.Filipe III (1621-1640)&lt;br /&gt;D. João IV (1640-1656) &lt;br /&gt;D. Afonso VI (1656-1683) &lt;br /&gt;D. Pedro II (1683-1706) &lt;br /&gt;D. João V (1706-1750) &lt;br /&gt;D. Maria I (1777-1816) &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Durante este período houve algumas alterações na bandeira (1495-1816)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img src="http://www.terravista.pt/enseada/1944/bpreunpb.gif"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;D. João VI (1816-1826) &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img src="http://www.terravista.pt/enseada/1944/bpmoncon.gif"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;D. Maria II (1834-1853) &lt;br /&gt;D. Pedro V (1853-1861) &lt;br /&gt;D. Luís (1861-1889) &lt;br /&gt;D. Carlos (1889-1908) &lt;br /&gt;D. Manuel II (1908-1910) &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-&lt;img src="http://www.terravista.pt/enseada/1944/banporhb.gif"&gt;--&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;----------------------------------------------------------------------------&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5816096-106745533678783077?l=amonarquiaportuguesa.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5816096/posts/default/106745533678783077'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5816096/posts/default/106745533678783077'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://amonarquiaportuguesa.blogspot.com/2003_10_01_archive.html#106745533678783077' title=''/><author><name>alexandre</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13769038925521094811</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5816096.post-106745518517006782</id><published>2003-10-29T19:19:00.000Z</published><updated>2003-10-29T19:23:00.883Z</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5816096-106745518517006782?l=amonarquiaportuguesa.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5816096/posts/default/106745518517006782'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5816096/posts/default/106745518517006782'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://amonarquiaportuguesa.blogspot.com/2003_10_01_archive.html#106745518517006782' title=''/><author><name>alexandre</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13769038925521094811</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5816096.post-106745508109364322</id><published>2003-10-29T19:18:00.000Z</published><updated>2003-10-29T19:23:38.900Z</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5816096-106745508109364322?l=amonarquiaportuguesa.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5816096/posts/default/106745508109364322'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5816096/posts/default/106745508109364322'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://amonarquiaportuguesa.blogspot.com/2003_10_01_archive.html#106745508109364322' title=''/><author><name>alexandre</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13769038925521094811</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5816096.post-106745463445775471</id><published>2003-10-29T19:10:00.000Z</published><updated>2003-10-29T19:12:26.533Z</updated><title type='text'></title><content type='html'>Gostaria de dar a conhecer um navegador muito importante já referido no documento anterior, que teve grande importância para Portugal e para o Mundo, pela sua descoberta do caminho marítimo para a índia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;VASCO DA GAMA&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Célebre navegador português, nascido em Sines (1469-1524), a quem D. Manuel I confiou o comando da frota que em 8 de Julho de 1497 largou do Tejo em demanda da Índia, e que se compunha de quatro pequenos navios: S. Gabriel, S. Rafael, Bérrio e S. Miguel (este último não passou da baía de S. Brás, onde foi queimado).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em 2 de Março de 1498, aportou a armada a Moçambique, depois de haver sofrido medonhos temporais e de ter Vasco da Gama sufocado com mão de Ferro uma revolta da marinhagem. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O piloto que o sultão de Moçambique lhe deu para o conduzir à Índia, foi secretamente incumbido de entregar os navios portugueses aos Mouros em Mombaça. Um acaso fez fez descobrir a cilada e Vasco da Gama pôde continuar até Melinde, cujo rei lhe deu um piloto árabe, conhecedor do Índico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em 17 de Abril de 1498, avistava Calecut. Estava descoberto o caminho marítimo para a Índia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;D. Manuel recompensou este glorioso feito, nomeando Vasco da Gama almirante-mor das Índias e fazendo-lhe doação de trezentos mil réis de renda.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Voltou mais duas vezes à Índia, de que foi governador e segundo vice-rei.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;img src="http://educom.fct.unl.pt/proj/por-mares/imagens/lro5jm.jpg"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vasco da Gama, vice-rei da Índia, retrato existente no Palácio dos Vice-Reis, em Goa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5816096-106745463445775471?l=amonarquiaportuguesa.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5816096/posts/default/106745463445775471'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5816096/posts/default/106745463445775471'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://amonarquiaportuguesa.blogspot.com/2003_10_01_archive.html#106745463445775471' title=''/><author><name>alexandre</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13769038925521094811</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5816096.post-106745272816665830</id><published>2003-10-29T18:38:00.000Z</published><updated>2003-10-29T19:01:05.933Z</updated><title type='text'></title><content type='html'>Como sabem, Portugal  foi um Império grande, no qual, basicamente se comerciava, se conquistava e se explorava territórios desconhecidos.&lt;br /&gt;Nesta época, Portugal foi um Reino conhecido mundialmente e respeitado pelo seu poder naval!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Foi durante os primeiros anos do reinado de D.João III que o império ultramarino português atingiu a sue máxima extensão: desde o Brasil, cuja colonização já se iniciara, passando por Marrocos e por África, onde os contactos com o reino do Congo prosseguiam a bom ritmo e permitiam um primeiro embrião de cristandade local, até à India, para onde a coroa ainda canalizava a maior parte dos seus recursos. Aqui os portugueses já haviam atingido as Molucas e posteriormente o Japão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img src="http://educom.fct.unl.pt/proj/por-mares/historica/1b.jpg"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se os primeiros grandes objectivos eram a riqueza e o alargamento do território e a difusão do Cristianismo, as influências provocadas e sentidas quer pelos descobridores, quer pelos "povos descobertos" não são menos importantes. Isto porque as influências quer linguísticas, arquitectónicas ou outras, perduram até aos nossos dias. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A abertura de uma via marítima que ligasse a Europa à Índia trouxe consequências imediatas para a Europa de ordem económica, portanto política, e de ordem cultural. Se as viagens de Cristóvão Colombo revolucionaram as ideias geográficas com o reconhecimento de um novo continente inesperado, a dos portugueses, para o Sul do Equador, e em especial a de Vasco da Gama, não menos contribuíram para pôr em causa ideias feitas como por exemplo a de que os Oceanos Atlântico e Índico eram incomunicáveis (ideia excluída dos mapas ptolomaicos).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Do mesmo modo a mentalidade do Homem europeu foi-se transformando e adaptando às novas realidades que surgem podendo afirmar-se que os Descobrimentos portugueses, assim como os espanhóis e outros, contribuíram assim, de maneira importante, para a viragem na história da humanidade no século XVIII&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img src="http://educom.fct.unl.pt/proj/por-mares/historica/3c.jpg"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O encontro dos portugueses com os povos dessas regiões foi uma descoberta recíproca, uma vez que uns e outros apenas suspeitavam da existência de seres humanos em outros pontos do globo. Os navegadores lusitanos encontraram desde representantes das culturas primitivas, como os Ameríndios que viviam na Idade da Pedra, até às civilizações mais avançadas, como o Império dos Chineses.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os navios saídos de Portugal levavam marinheiros, soldados, homens do reino, missionários, mercadores e aventureiros, uns ao serviço do rei e outros por conta própria. Viajavam em navios pequenos, com excesso de pessoas e em condições de higiene, saúde e segurança deploráveis. Os climas por que passavam também não lhes facilitavam a vida. As tempestades e os ataques piratas aumentavam a insegurança. Por tudo isto, a morte espreitava a cada instante e, muitos navios, perdiam 50% a 75% das vidas entre tripulantes e passageiros. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img src="http://educom.fct.unl.pt/proj/por-mares/historica/4b.jpg"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A expansão desencadeou um processo político que originou a divisão do mundo através do Tratado de Tordesilhas, uma linha imaginária que passava 370 léguas a Ocidente de Cabo Verde e reservava para Portugal o espaço oriental do globo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os descobrimentos tiveram também uma importância decisiva no desenvolvimento económico. O ouro, os escravos e todo o comércio do Oriente aliado ao controlo do comércio atlântico, permitiram uma situação financeira boa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Foi o progresso das ciências e das técnicas que muito contribuiu para as descobertas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No início da grande aventura marítima, a navegação fazia-se pelo método de rumo e estima, ou seja, apenas era utilizada a bússola, vinda da China por rotas terrestres.Isto significava que era necessário o apoio visual da terra para se orientarem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aquando das primeiras navegações pela costa africana os marinheiros aprenderam a conhecer o regime de ventos e de correntes e a aproveitá-los ou evitá-los.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img src="http://educom.fct.unl.pt/proj/por-mares/historica/8c.jpg"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando se começaram a afastar da costa, os pilotos recorriam à navegação astronómica, isto è, orientavam-se pelos astros: estrela Polar e Sol. Para isso, recorreram a dois instrumentos desenvolvidos nesta época - o quadrante e o astrolábio - para calcularem a latitude.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img src="http://educom.fct.unl.pt/proj/por-mares/historica/9b.jpg"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As naus foram substituídas pelas caravelas latinas, maiores, mais rápidas e mais estáveis.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A língua portuguesa foi espalhada pelos quatro cantos do mundo.Foi adoptada por uns, como o Brasil, e adaptada por outros, como é o exemplo co creoulo de Cabo Verde. Podemos afirmar que a aculturação se fez sentir em culturas linguísticas tão diferentes da nossa, como é o caso da oriental.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A partir das primeiras abordagens à costa africana, começaram a afluir ao continente europeu escravos, homens privados de liberdade e de quaisquer direitos. Do continente asiático foram trazidos escravos orientais, especialmente malaios, denominados escravos brancos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A chegada dos escravos acelera o movimento de emigração dos naturais, a quem faziam concorrência por não receberem qualquer remuneração. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eram os homens novos que partiam para as novas terras. Estes homens, regra geral, juntavam-se com uma ou mais nativas, das quais tinham muitos filhos. Isto deu origem à mestiçagem. Já no séc. XVII, D. Francisco Manuel de Melo, descrevia o Brasil como "Paraíso de Mulatos, Purgatório de Brancos e Inferno de Negros" e explicava que os colonos portugueses tinham preferência pelas mulheres mestiças daí que estas se encontrassem no paraíso e aqueles no purgatório.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img src="http://educom.fct.unl.pt/proj/por-mares/historica/11a.jpg"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O contacto entre os povos dos diferentes continentes permitiu o conhecimento de novos e variados produtos que levou à modificação de hábitos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Da África Ocidental chegavam corais, tapetes, faianças, têxteis, algodão, ouro, marfim e almíscar e também animais, especialmente papagaios e macacos, assim como peles de animais selvagens. Do Brasil vinham peles e couros de ursos, animais, madeira (pau-brasil). ouro, prata, diamantes, ametistas e topázios.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As influências de outras culturas sentiram-se no estilo português desta época:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img src="http://educom.fct.unl.pt/proj/por-mares/historica/14a.jpg"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img src="http://educom.fct.unl.pt/proj/por-mares/historica/15.jpg"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O desenvolvimento económico e o aumento de riqueza reflectiu-se no modo de vestir. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os homens passaram a vestir calças compridas e justas, atadas com cordões ou atilhos e com braguilha. As mulheres passaram a usar vestidos compridos ou pelote e de brial (espécie de colete até à anca).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img src="http://educom.fct.unl.pt/proj/por-mares/historica/17a.jpg"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As obras que revelam o processo histórico cultural da expansão marítima vão desde os guias náuticos até à epopeia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os cronistas registaram os factos históricos que lhe pareciam mais relevantes. Destacam-se nomes como Damião de Góis e João de Barros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O carácter épico da obra de Luís de Camões - Os Lusíadas - enquadra-se no panorama da cultura humanista europeia, cujo tema central é a viagem de Vasco da Gama.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img src="http://educom.fct.unl.pt/proj/por-mares/historica/19a.jpg"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5816096-106745272816665830?l=amonarquiaportuguesa.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5816096/posts/default/106745272816665830'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5816096/posts/default/106745272816665830'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://amonarquiaportuguesa.blogspot.com/2003_10_01_archive.html#106745272816665830' title=''/><author><name>alexandre</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13769038925521094811</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5816096.post-106744401293217365</id><published>2003-10-29T16:13:00.000Z</published><updated>2003-10-29T16:14:00.530Z</updated><title type='text'></title><content type='html'>Mostro-vos agora, algumas imagens de monumentos construídos durante a monarquía:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img src="http://www.marciaefernando.com/Galeria/Portugal/Belem/BELEM04.jpg"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img src="http://www.marciaefernando.com/Galeria/Portugal/Lisboa/Lisboa039b.JPG"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img src="http://images.google.pt/images?q=tbn:67WFHxNj7usC:www.psicologia.org.br/internacional/fig/belem.jpg"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img src="http://www.terravista.pt/MeiaPraia/4511/mafra_convento_1.jpg"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img src="http://www.sden.org/jdr/falkenstein/palacio/palacio1.jpg"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5816096-106744401293217365?l=amonarquiaportuguesa.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5816096/posts/default/106744401293217365'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5816096/posts/default/106744401293217365'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://amonarquiaportuguesa.blogspot.com/2003_10_01_archive.html#106744401293217365' title=''/><author><name>alexandre</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13769038925521094811</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5816096.post-106744270555478090</id><published>2003-10-29T15:51:00.000Z</published><updated>2003-10-29T16:03:30.866Z</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;img src="http://www.reallisboa.pt/d_000/013/b_013.jpg"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;D.Carlos I, Rei de Portugal (1889-1908) viveu entre 1863 e 1908.&lt;br /&gt;Morto por republicanos, era desportista, artista e interessava-se por Ciências&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5816096-106744270555478090?l=amonarquiaportuguesa.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5816096/posts/default/106744270555478090'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5816096/posts/default/106744270555478090'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://amonarquiaportuguesa.blogspot.com/2003_10_01_archive.html#106744270555478090' title=''/><author><name>alexandre</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13769038925521094811</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5816096.post-106744244785554685</id><published>2003-10-29T15:47:00.000Z</published><updated>2003-10-29T15:49:48.580Z</updated><title type='text'></title><content type='html'>Falo agora aqui de um grande homem, símbolo nacional,o Infante D.Henrique (1394-1460), que talvez poucos conhecem e deveriam conhecer. Filho d'el Rei D.João I e D.Filipa de Lencastre.&lt;br /&gt;A todos os monárquicos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Obcecado pelo mar, até ao fim da vida, desempenhou um relevante papel na expansão ultramarina portuguesa. E, apesar das sombras que por vezes escurecem a sua existência, como mentor dos Descobrimentos, é considerado um dos grandes heróis da História de Portugal.&lt;br /&gt;Filho de D. Filipa de Lencastre e de D. João I, veio ao mundo a 4 de Março de 1394, no Porto. Os seus irmãos, D. Duarte, D. Pedro, D. Fernando e D. João formam, consigo, a "Ínclita Geração".&lt;br /&gt;Era vagaroso e lento de maneiras e muito fleumático, à maneira inglesa, mas aos 21 anos, em África, na conquista de Ceuta (1415), foi valente e desenvolto como um guerreiro luso. Defendeu essa empresa com todo o ardor e entusiasmo. Seu pai, indeciso, depois de ouvir-lhe a opinião, acabou por se decidir, dizendo-lhe: "Filho digno e merecedor do meu afecto, nascido do meu espírito e do meu sangue, a tua opinião merece ser louvada e louvo-a eu, aprovando a empresa." Não cabia no seu coração o alvoroço de tanta alegria. Agradeceu e beijou a mão do pai. Num total de cinquenta mil homens, a Armada seguiu para sul, ao longo da costa de Portugal. Aguardava o raiar da alvorada para atacar. Os mouros ofereceram tenaz resistência. A cidade foi finalmente tomada. A vitória estava completa e as tropas encheram-se de tesouros. No domingo de manhã celebrou-se missa pela primeira vez na mesquita já purificada. Ele e os irmãos foram armados cavaleiros pelo pai. Mal podiam adivinhar que a conquista de Ceuta viria a ser um marco importante na História da Europa e do Mundo. &lt;br /&gt;Em jovem nunca desdenhou o galanteio, perseguindo e beliscando damas mas, no entanto, não chegou a casar. &lt;br /&gt;Católico convicto, crente quanto baste, cruzado piedoso, empenhou a vida, alguns sonhos e muitas aventuras a impulsionar navegadores na descoberta de outras terras. Foi nos penhascos de Sagres que se instalou e aprendeu os mistérios do mar. A Índia ocupava o centro da sua esfera de projectos. Pretendia romper a lenda tenebrosa do Cabo Não, navegando ao longo da costa africana até achar a passagem do extremo sul do desconhecido continente, da Costa de África para o Oriente, e fazer a ligação marítima para a Índia.&lt;br /&gt;Foi nesse promontório de Sagres que mandou edificar o primeiro observatório astronómico, o primeiro conhecido na Europa, sendo tão grande a fama deste centro marítimo que Veneza mandou emissários a Portugal para negociarem a sua compra.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sob a sua orientação novos mundos foram descobertos, como os arquipélagos da Madeira, dos Açores e de Cabo Verde, a costa ocidental africana, após Gil Eanes, em 1434, ter gloriosamente dobrado o Cabo Bojador, onde, segundo se dizia, o mar era tão bravo que nenhuma nau poderia resistir.&lt;br /&gt;Em 13 de Novembro de 1460, um mês depois de fazer o seu testamento, morreu, com 66 anos de idade, afastado da corte, ausente de amigos e nos braços da solidão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img src="http://www.vidaslusofonas.pt/inf_d_ped2.jpg"&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5816096-106744244785554685?l=amonarquiaportuguesa.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5816096/posts/default/106744244785554685'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5816096/posts/default/106744244785554685'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://amonarquiaportuguesa.blogspot.com/2003_10_01_archive.html#106744244785554685' title=''/><author><name>alexandre</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13769038925521094811</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5816096.post-106743974205191227</id><published>2003-10-29T15:02:00.000Z</published><updated>2003-10-29T15:04:16.770Z</updated><title type='text'></title><content type='html'>Mostro agora, a todos os monárquicos um pequeno resumo da história da vida do nosso primeiro rei, D.Afonso Henriques&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1109: Provável ano de nascimento, em Coimbra, do infante Afonso Henriques, filho do conde Henrique de Borgonha e de dona Teresa, bastarda do rei Afonso VI de Castela e Leão. No mesmo ano morre Afonso VI. Início da disputa entre dona Urraca, a herdeira legítima, dona Teresa e vários outros pretendentes ao trono. A briga pelo poder dura anos. - 1122: Afonso Henriques antecipa em sete séculos um gesto de Napoleão Bonaparte. Ignorando o cardeal que presidia a cerimônia, arma-se cavaleiro na catedral de Zamora. - 1128: Afonso Henriques luta contra a mãe, dona Teresa, e seu aliado, o conde galego Fernão Peres de Trava. As tropas de Afonso Henriques e dona Teresa se enfrentam no campo de São Mamede, junto ao castelo de Guimarães. O exército galego é derrotado. Esta vitória leva dona Teresa a desistir da idéia de anexar a região portucalense ao reino da Galícia. - 1129: No dia 6 de abril, Afonso Henriques dita uma carta em que se proclama soberano das cidades portuguesas. - 1135: Afonso VII, filho de dona Urraca, é coroado “imperador de toda a Espanha” na catedral de Leão. Afonso Henriques se recusa a prestar vassalagem ao primo. - 1137: Paz de Tui. Após lutar com Afonso VII no Alto Minho, Afonso Henriques promete ao imperador “fidelidade, segurança e auxílio contra os inimigos”. - 1139: Batalha de Ourique. Afonso Henriques vence cinco reis mouros. - 1140: Afonso Henriques começa a usar o título de Rei. - 1143: Provável Tratado de Zamora no qual estabelece a paz com o primo Afonso VII. Primeiro passo para a independência portuguesa. Afonso Henriques escreve ao Papa Inocêncio II e se declara  - e a todos os descendentes - “censual” da Igreja de Roma.  A palavra “censual” significa que Afonso Henriques é obrigado a prestar obediência apenas ao Papa. Na região que governa, portanto, nenhum outro poder é maior que o dele. - 1147:  Afonso Henriques expulsa os mouros de Lisboa e várias outras cidades portuguesas. - 1169: Afonso Henriques é feito prisioneiro pelo rei de Leão, Fernando II. - 1179: A Igreja Católica reconhece, formalmente, a realeza de Afonso Henriques. - 1180: Final dos conflitos com Fernando II, de Leão, pela posse de terras na região da fronteira e costa da Andaluzia. - 1185: Afonso Henriques morre na cidade em que nasceu. Sua herança, além de imensa fortuna, é o Condado Portucalense, primeiro território europeu que estabelece sua identidade nacional.&lt;br /&gt;&lt;img src="http://www.vidaslusofonas.pt/soareis4.gif"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;El-Rei D.Afonso Henriques&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5816096-106743974205191227?l=amonarquiaportuguesa.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5816096/posts/default/106743974205191227'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5816096/posts/default/106743974205191227'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://amonarquiaportuguesa.blogspot.com/2003_10_01_archive.html#106743974205191227' title=''/><author><name>alexandre</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13769038925521094811</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5816096.post-106743901628674074</id><published>2003-10-29T14:50:00.000Z</published><updated>2003-10-29T15:00:40.086Z</updated><title type='text'></title><content type='html'>Vou mostrar aqui uma pequena cronologia onde estão os principais acontecimentos ocorridos poucos anos antes do grande tratado que nos fez independentes e nos fez um REINO próspero e grandioso! &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;C R O N O L O G I A&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1121  O nobre galego Fernão Peres de Trava passa a apoiar D. Teresa no governo do Condado Portucalense.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1128  Batalha de S. Mamede. Afonso Henriques passa a governar o Condado, após derrotar D. Teresa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1137  Batalha de Cerneja. Afonso Henriques vence o rei de Leão e Castela.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1139  Batalha de Ourique. Afonso Henriques vence os Mouros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1140  Os Portugueses derrotam os Leoneses no recontro de Arcos de Valdevez.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1143  Tratado de Zamora. Afonso Henriques torna-se rei de Portugal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5816096-106743901628674074?l=amonarquiaportuguesa.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5816096/posts/default/106743901628674074'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5816096/posts/default/106743901628674074'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://amonarquiaportuguesa.blogspot.com/2003_10_01_archive.html#106743901628674074' title=''/><author><name>alexandre</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13769038925521094811</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5816096.post-106743694308219934</id><published>2003-10-29T14:15:00.000Z</published><updated>2003-10-29T14:15:42.400Z</updated><title type='text'></title><content type='html'>Queria pedir-vos desculpa por não ter festejado o dia 5 de Outubro com vocês mas estive em trabalho. Queria dizer a todos os monárquicos que não desistam e que espero que tenho passado um grande dia de festejo, o dia 5 de Outubro, em que se festeja o tratado de Zamora, e o início de um grande Reino como Portugal. Espero mais uma vez que me desculpem e que festejem e tenham esperança, pois um dia, a monarquia voltará!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5816096-106743694308219934?l=amonarquiaportuguesa.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5816096/posts/default/106743694308219934'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5816096/posts/default/106743694308219934'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://amonarquiaportuguesa.blogspot.com/2003_10_01_archive.html#106743694308219934' title=''/><author><name>alexandre</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13769038925521094811</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5816096.post-106556928463035675</id><published>2003-10-07T23:28:00.000Z</published><updated>2003-10-07T23:28:38.800Z</updated><title type='text'></title><content type='html'>.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5816096-106556928463035675?l=amonarquiaportuguesa.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5816096/posts/default/106556928463035675'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5816096/posts/default/106556928463035675'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://amonarquiaportuguesa.blogspot.com/2003_10_01_archive.html#106556928463035675' title=''/><author><name>alexandre</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13769038925521094811</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5816096.post-106556918607626023</id><published>2003-10-07T23:26:00.000Z</published><updated>2003-10-29T15:04:50.316Z</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5816096-106556918607626023?l=amonarquiaportuguesa.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5816096/posts/default/106556918607626023'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5816096/posts/default/106556918607626023'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://amonarquiaportuguesa.blogspot.com/2003_10_01_archive.html#106556918607626023' title=''/><author><name>alexandre</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13769038925521094811</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5816096.post-106556908503243173</id><published>2003-10-07T23:24:00.000Z</published><updated>2003-10-07T23:24:44.926Z</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;strong&gt;A GRAVATA QUE O  TIO RUI ME VAI OFERECER QUANDO EU  FIZER 13 ANOS NO PRÓXIMO DIA 20 DE OUTUBRO&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img src="http://reallisboa.pt/loja/gravataa.jpg"&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5816096-106556908503243173?l=amonarquiaportuguesa.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5816096/posts/default/106556908503243173'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5816096/posts/default/106556908503243173'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://amonarquiaportuguesa.blogspot.com/2003_10_01_archive.html#106556908503243173' title=''/><author><name>alexandre</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13769038925521094811</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5816096.post-106556890764526378</id><published>2003-10-07T23:21:00.000Z</published><updated>2003-10-07T23:21:47.586Z</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;img src="http://reallisboa.pt/loja/e003a.JPG"&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5816096-106556890764526378?l=amonarquiaportuguesa.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5816096/posts/default/106556890764526378'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5816096/posts/default/106556890764526378'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://amonarquiaportuguesa.blogspot.com/2003_10_01_archive.html#106556890764526378' title=''/><author><name>alexandre</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13769038925521094811</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5816096.post-106556880069610653</id><published>2003-10-07T23:20:00.000Z</published><updated>2003-10-07T23:20:00.650Z</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;strong&gt;ESTE BLOG SEGUE DENTRO DE MOMENTOS. POR AGORA ENVIAMOS APENAS IMAGENS DE ELEVADO SIGNIFICADO PARA A NAÇÃO!&lt;/strong&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5816096-106556880069610653?l=amonarquiaportuguesa.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5816096/posts/default/106556880069610653'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5816096/posts/default/106556880069610653'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://amonarquiaportuguesa.blogspot.com/2003_10_01_archive.html#106556880069610653' title=''/><author><name>alexandre</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13769038925521094811</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5816096.post-106556873093075593</id><published>2003-10-07T23:18:00.000Z</published><updated>2003-10-07T23:18:50.883Z</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;img src="http://reallisboa.pt/loja/e001a.JPG"&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5816096-106556873093075593?l=amonarquiaportuguesa.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5816096/posts/default/106556873093075593'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5816096/posts/default/106556873093075593'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://amonarquiaportuguesa.blogspot.com/2003_10_01_archive.html#106556873093075593' title=''/><author><name>alexandre</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13769038925521094811</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5816096.post-106556865386563484</id><published>2003-10-07T23:17:00.000Z</published><updated>2003-10-07T23:17:33.840Z</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;img src="http://homepage.oninet.pt/494mmh/images/sebastiao1.jpg"&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5816096-106556865386563484?l=amonarquiaportuguesa.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5816096/posts/default/106556865386563484'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5816096/posts/default/106556865386563484'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://amonarquiaportuguesa.blogspot.com/2003_10_01_archive.html#106556865386563484' title=''/><author><name>alexandre</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13769038925521094811</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5816096.post-106556854551838554</id><published>2003-10-07T23:15:00.000Z</published><updated>2003-10-07T23:15:45.526Z</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;img src="http://www.reallisboa.pt/d_000/016/b_16.jpg"&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5816096-106556854551838554?l=amonarquiaportuguesa.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5816096/posts/default/106556854551838554'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5816096/posts/default/106556854551838554'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://amonarquiaportuguesa.blogspot.com/2003_10_01_archive.html#106556854551838554' title=''/><author><name>alexandre</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13769038925521094811</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5816096.post-106372253443057081</id><published>2003-09-16T14:26:00.000Z</published><updated>2003-09-16T14:28:54.310Z</updated><title type='text'></title><content type='html'>Quero também dizer a todos os monárquicos para não desistirem, pois iremos ser um REINO sólido e desenvolvido!&lt;br /&gt;  &lt;br /&gt;  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5816096-106372253443057081?l=amonarquiaportuguesa.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5816096/posts/default/106372253443057081'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5816096/posts/default/106372253443057081'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://amonarquiaportuguesa.blogspot.com/2003_09_01_archive.html#106372253443057081' title=''/><author><name>alexandre</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13769038925521094811</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5816096.post-106372203900276396</id><published>2003-09-16T14:12:00.000Z</published><updated>2003-09-16T14:20:38.983Z</updated><title type='text'></title><content type='html'>Vou-vos agora apresentar o nosso último Rei, reconhecido mundialmente: El-Rei D.Manuel II de Bragança, filho d'El Rei D.Carlos I de Bragança e D.Amélia de Orleans, Princesa de França.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nasceu no Palácio de Belém a 9 de Março de 1889 e morreu em Twickenham, Inglaterra a 2 de Julho de 1932. &lt;br /&gt;Assenta praça como aspirante da Marinha em 1904, e em 1907 inicia o curso da Escola Naval. Era Duque de Beja até ao momento em que em virtude do lamentável e repugnante assassinato de seu pai e seu irmão, sobe ao Trono. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Soberano era um jovem simpático, que prodigalizava com sinceridade as provas dos seus sentimentos de pacificação e de entendimento. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pelas razões já expostas, D. Manuel II subiu ao Trono, tendo sido aclamado em Maio de 1908. Foi curto o seu reinado, que durou pouco mais de dois anos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em Angola, em 1910 os territórios dos Gambos, do Pocolo e Cuanhama foram completamente ocupados e submetidos por João de Almeida. Em Moçambique, também em 1910 é levada a cabo a submissão de Angoche por Massano de Amorim. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com o assassinato do Rei D. Carlos e de seu filho D. Luís Filipe, a Monarquia ficou agonizante. Os partidos dinásticos continuaram a guerrear-se. Entretanto, o partido republicano ia fazendo a propaganda e engrossando as suas fileiras. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No dia 4 de Outubro de 1910 rebentou em Lisboa uma revolução chefiada por Machado dos Santos, a qual, no dia seguinte, saía triunfante com a proclamaçao da República. A Família Real embarcou na Ericeira e abandonou o país, tendo ido viver para as proximidades de Londres. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com esta nova forma de governo terminou a dinastia de Bragança e foi abolida a Monarquia. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A memória de D. Manuel II merece a todos os bons portugueses a mais profunda consideração. No exílio, deu ele sobejas provas de quanto amava a sua Pátria. Entre muitos actos da sua vida, sempre cheia de nobreza, apontam-se os seguintes: Serviu na Grande Guerra a causa dos Aliados, que era a da sua terra, como oficial da Cruz Vermelha Inglesa, tendo então distribuído pelos nossos soldados que estavam na frente, muitos objectos e avultadas quantias; quando faleceu, em 1932, legou à sua pátria, em testamento, grande parte do seu património, palácios, propriedades, jóias, livros, etc.. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por tudo isso prestou-lhe o Governo do Estado Novo a devida homenagem, promovendo que os restos mortais, que repousam na Igreja de S. Vicente de Fora, em Lisboa fossem trasladados de Inglaterra para Portugal. &lt;br /&gt;  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5816096-106372203900276396?l=amonarquiaportuguesa.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5816096/posts/default/106372203900276396'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5816096/posts/default/106372203900276396'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://amonarquiaportuguesa.blogspot.com/2003_09_01_archive.html#106372203900276396' title=''/><author><name>alexandre</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13769038925521094811</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5816096.post-106372131543161532</id><published>2003-09-16T13:59:00.000Z</published><updated>2003-09-16T14:08:35.576Z</updated><title type='text'></title><content type='html'>Vou mandar aqui, uma pequenina informação ao sr. Durão Barroso para falar sobre os incêndios: não seja mentiroso, admita que os incêndios não se conseguem controlar devido à nitida incapacidade dos bombeiros portugueses, o que se deve ao governo português. Por outro lado há falta de vigilância nas florestas portuguesas. &lt;br /&gt;Fiquei muito desiludido com o incêndio na Tapada de Mafra, pois algumas árvores centenárias que enfeitavam a paisagem onde D.Carlos caçava no século XIX, desapareceram para não voltarem mais. Acho que o sr.Durão Barroso deveria iniciar um plano de reflorestação, imediatamente, pois as perdas ambientais causadas por estes incêndios são enormes. Já agora, para quê mandar 120 soldados da GNR para o Iraque? Eles podiam estar nas estradas para vigiar a velocidade dos carros e os acidentes (já para não falar de que é ridículo mandar um número tão pequeno de soldados da GNR).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5816096-106372131543161532?l=amonarquiaportuguesa.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5816096/posts/default/106372131543161532'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5816096/posts/default/106372131543161532'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://amonarquiaportuguesa.blogspot.com/2003_09_01_archive.html#106372131543161532' title=''/><author><name>alexandre</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13769038925521094811</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5816096.post-106364291928374688</id><published>2003-09-15T16:21:00.000Z</published><updated>2003-09-15T16:21:59.313Z</updated><title type='text'></title><content type='html'>Gostaria apenas, de dar os meus cumprimentos aos duros resistentes monárquicos e ao meu REI, D.Duarte Pio onde corre ainda nas suas veias, sangue de D.Afonso Henriques.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5816096-106364291928374688?l=amonarquiaportuguesa.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5816096/posts/default/106364291928374688'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5816096/posts/default/106364291928374688'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://amonarquiaportuguesa.blogspot.com/2003_09_01_archive.html#106364291928374688' title=''/><author><name>alexandre</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13769038925521094811</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5816096.post-106364251504170710</id><published>2003-09-15T16:15:00.000Z</published><updated>2003-09-15T16:15:15.096Z</updated><title type='text'></title><content type='html'>Gostaria de dar uma plavrinha aos républicanos: Como sabem, vocês mataram em 1908 o herdeiro do trono, D.Luís Filipe e el-rei D.Carlos, homem culto, pintor, artista e desportista...Um acto terrorista imperdoável para os cerca de 10.000 monárquicos ainda fortes e bem de saúde que lutam por um país melhor e com um rei como el-rei D.Duarte. Esse acto originou o final da monarquia portuguesa. Desde 1910 que esperamos há mais de 90 anos para que a monarquia volte e D.Duarte seja rei. Infelizmente julgo que isso não acontecerá assim tão brevemente e por isso acho que só D.Afonso, filho do nosso glorioso representante, virá a ser rei, pois nasceu em 1995 e tem uma longa vida pela frente. Gostaria de dizer que não perdoarei em qualquer caso, nem que me paguem 1000000 de euros, o que os malditos, malvados e descarados republicanos fizeram ao reino de Portugal!!! Eu sei que 99% dos republicanos actuais não assistiram a este terrível acto, por isso peço desculpas. Esta mensagem é para quem concorda com o que sucedeu e para quem tem mais de 95 anos.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5816096-106364251504170710?l=amonarquiaportuguesa.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5816096/posts/default/106364251504170710'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5816096/posts/default/106364251504170710'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://amonarquiaportuguesa.blogspot.com/2003_09_01_archive.html#106364251504170710' title=''/><author><name>alexandre</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13769038925521094811</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5816096.post-106364157687669039</id><published>2003-09-15T15:59:00.000Z</published><updated>2003-09-15T15:59:36.936Z</updated><title type='text'></title><content type='html'>Eu sou monárquico, como devem imaginar.&lt;br /&gt;Vou-vos apresentar o nosso rei actual rei: El-Rei D.Duarte III de Portugal, filho de D.Duarte II e D.Maria Francisca de Orleans e Bragança, princesa do Brasil.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Senhor Dom Duarte Pio João Miguel Gabriel Rafael de Bragança, Duque de Bragança, de Guimarães e de Barcelos, Marquês de Vila Viçosa, Conde de Arraiolos, de Ourém, de Barcelos, de Faria, de Neiva e de Guimarães, em sucessão a seu Pai, usou o titulo de Príncipe da Beira até ao falecimento deste, Grão-Mestre da Ordem de Nossa Senhora da Conceição de Vila Viçosa, Bailio Grã-Cruz de Honra e Devoção da Ordem Soberana de Malta, recebeu do Arquiduque Otão de Habsburgo, o Tosão de Ouro, e da Cruz Vermelha Portuguesa a medalha de mérito.Nasceu na Legação de Portugal em Berna na Suiça a 15 de Maio de 1945; teve por padrinho o Papa (Pio XII) e por madrinha Sua Majestade a Rainha D. Amélia (Viúva de D. Carlos I, traiçoeiramente assassinado em 1 de Fevereiro de 1908).Descendente em linha directa de D. Miguel I "o último (Rei) que o povo compreendeu e amou", na definição insuspeita de Oliveira Martins. D. Duarte Pio é filho de D. Duarte Nuno (neto de D. Miguel) e de D. Maria Francisca (trineta de D. Pedro IV). Sobre a sua família, durante três gerações, pendeu a chamada "lei da proscrição", que determinava a aplicação da pena de morte aos descendentes de D. Miguel I que fossem encontrados em território português. Seu pai entrou pela primeira vez em Portugal secretamente em 31 de Outubro de 1929. Só em 1953 essa lei seria revogada e a Famíla Real Portuguesa pôde finalmente regressar a Portugal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5816096-106364157687669039?l=amonarquiaportuguesa.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5816096/posts/default/106364157687669039'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5816096/posts/default/106364157687669039'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://amonarquiaportuguesa.blogspot.com/2003_09_01_archive.html#106364157687669039' title=''/><author><name>alexandre</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13769038925521094811</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5816096.post-106364099808956573</id><published>2003-09-15T15:49:00.000Z</published><updated>2003-09-15T15:49:58.143Z</updated><title type='text'></title><content type='html'>Meus caros amigos, vim aqui falar-vos da monarquia portuguesa! &lt;br /&gt;Infelizmente, como devem saber desde 1910 que não temos um país governado por reis.&lt;br /&gt;Venho aqui mostrar-vos que a monarquia é possível, e vou-vos ensinar um pouco da história da monarquia portuguesa.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5816096-106364099808956573?l=amonarquiaportuguesa.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5816096/posts/default/106364099808956573'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5816096/posts/default/106364099808956573'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://amonarquiaportuguesa.blogspot.com/2003_09_01_archive.html#106364099808956573' title=''/><author><name>alexandre</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13769038925521094811</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry></feed>
